Última hora

Última hora

Cinco anos depois a revolução tunisina continua

Há cinco anos um vendedor de fruta imolava-se no centro da Tunísia. O ato de desespero de Mohamed Bouazizi acabaria por impulsionar aquela que ficou

Em leitura:

Cinco anos depois a revolução tunisina continua

Tamanho do texto Aa Aa

Há cinco anos um vendedor de fruta imolava-se no centro da Tunísia. O ato de desespero de Mohamed Bouazizi acabaria por impulsionar aquela que ficou conhecida como a Revolução do Jasmim.

A atribuição do Prémio Nobel da Paz este ano ao Quarteto para o Diálogo Nacional na Tunísia veio dar uma ajuda ao país.

O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores da Tunísia – uma das quatro organizações da sociedade civil galardoadas – explica que a atribuição do prémio deu origem a reuniões com pessoas de diferentes países e instituições e, mais importante, trouxe à luz do dia os problemas com o que país se depara.

Atrair investimento é uma das prioridades do Quarteto do qual fazem parte organizações como a Confederação de Indústria, Comércio e Artesanato, a Liga dos Direitos Humanos e a Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia.

Os três grandes atentados que, este ano, sacudiram o país fizeram cair em cerca de 50 por cento as receitas do setor turístico e contribuíram para a aumentar a taxa de desemprego, atualmente superior a 15 por cento.