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Polícia alemã evita confrontos entre manifestantes pró e contra imigração

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De  Ricardo Figueira  com Deutsche Welle, ITV News
Polícia alemã evita confrontos entre manifestantes pró e contra imigração

<p>Em Leipzig, na Alemanha, o grupo anti-Islão <span class="caps">PEGIDA</span> (Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente), através do ramo local <span class="caps">LEGIDA</span>, reagiu à onda de agressões sexuais em Colónia e noutras cidades com uma manifestação que juntou 2000 pessoas.</p> <p>No protesto, os slogans contra os refugiados misturaram-se com palavras de ordem contra a chanceler <br /> Angela Merkel: “O que nos está a enfurecer é toda a situação com os estrangeiros e a forma como está a ser tratada pelas autoridades. Eu e muitas outras pessoas pensamos que isto não vai acabar bem”, diz um dos participantes no protesto.</p> <p>Ao mesmo tempo, os militantes antifascistas também saíram à rua, em protesto contra o <span class="caps">PEGIDA</span>. Nesta cadeia humana terão participado ainda mais pessoas que na manifestação islamofóbica, segundo a jornalista da cadeia britânica <span class="caps">ITV</span> News.</p> <blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Big turn out in Leipzig for the <a href="https://twitter.com/hashtag/Legida?src=hash">#Legida</a> anti-Muslim protests and even bigger turnout for anti <a href="https://twitter.com/hashtag/pegida?src=hash">#pegida</a> protesters <a href="https://t.co/jI2hz34I9Q">pic.twitter.com/jI2hz34I9Q</a></p>— Zoe <span class="caps">ITV</span> News (@ZoeITVNews) <a href="https://twitter.com/ZoeITVNews/status/686660399924678660">January 11, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>As recentes notícias vieram exacerbar o debate em torno dos migrantes na Alemanha: “É importante não generalizar. Além disso devemos participar no trabalho de integração. Isso não deve ser feito de ânimo leve. Também não devemos fazer generalizações, tendo em conta as ações de algumas pessoas”, disse uma participante na contramanifestação.</p> <p>A cidade esteve praticamente dividida em três: De um lado, o <span class="caps">PEGIDA</span>, do outro, os antifascistas e, no meio, a polícia, que conseguiu evitar confrontos entre as duas fações.</p> <blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p lang="en" dir="ltr">What a sick#sexist#racist representation of <a href="https://twitter.com/hashtag/Merkel?src=hash">#Merkel</a> on a <a href="https://twitter.com/hashtag/Legida?src=hash">#Legida</a> placard! <a href="https://twitter.com/hashtag/le1101?src=hash">#le1101</a> via <a href="https://t.co/Z7t50XEBpP">https://t.co/Z7t50XEBpP</a> <a href="https://t.co/pFkH34ca4g">pic.twitter.com/pFkH34ca4g</a></p>— Duriya Hashmi (@Duriyya) <a href="https://twitter.com/Duriyya/status/686687217016811520">January 11, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>