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Rússia arranca operação humanitária na Síria


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Rússia arranca operação humanitária na Síria

A Rússia tem em curso uma operação humanitária na Síria, em paralelo com a operação militar, que dura há mais de três meses. O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo Estado-Maior das Forças Armadas russas.
A informação surge numa altura em que a ação de Moscovo na Síria tem sido alvo de várias críticas: alguns especialistas acusa a Rússia de estar a fornecer ajuda apenas em zonas leais ao governo de Bashar al-Assad.

“Os aviões de transporte militar Il-76 das Forças Aéreas da Síria lançaram na zona de Deir ez Zor com ajuda de paraquedas 22 toneladas de ajuda humanitária russa”, disse Sergei Rudskoi, chefe da direção geral de operações do Estado-Maior.

Os responsáveis do exército revelaram ainda que a intervenção militar não tem limite de tempo, vai durar até ser necessário. No final de dezembro, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos afirmou que os ataques russos tinham provocado 2.371 mortos, um terço dos quais civis. O Ministério da Defesa russo qualifica as acusações de infundadas e absurdas.

Entretanto, foi enviada uma clínica móvel com uma equipa médica para Madaya, localidade controlada pelos rebeldes e que está sitiada há seis meses pelo exército. De acordo coma Organização Mundial de Saúde, Madaya tornou-se num dos símbolos do desespero da da população civil.
À cidade já chegaram 44 camiões cheios de alimentos e medicamentos. A Unicef confirmou, esta sexta-feira, a existência de muitos casos de desnutrição grave em crianças em Madaya.

A ONU revelou ainda que há cerca de 450 mil pessoas fechadas em cerca de 15 cercos espalhados pela Síria, incluindo em áreas controladas pelo governo, pelo Estado Islâmico e por outros grupos rebeldes.

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