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H1N1: Vírus está de volta mas não é epidemia, dizem os responsáveis da saúde

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De  Nelson Pereira
H1N1: Vírus está de volta mas não é epidemia, dizem os responsáveis da saúde

<p>O vírus da gripe H1N1 matou dezenas de pessoas nos últimos dois meses, mas as entidades responsáveis pela saúde pública rejeitam os receios de uma nova epidemia.</p> <p>Na Arménia a gripe H1N1 ceifou a vida de 18 pessoas, nos últimos dois meses, segundo o Ministério da Saúde arménio. Oito destas mortes ocorreram durantea semana passada, mas o ministro da Saúde descartou qualquer risco de epidemia.</p> <p>Entretanto na vizinha Geórgia o vírus matou três pessoas desde o início do ano, enquanto na Rússia a agência <span class="caps">AFP</span> contabilizou 17 vítimas mortais desde o mês passado, com base em informações recolhidas junto das autoridades regionais de saúde.</p> <p>Em São Petersburgo 313 pessoas foram hospitalizadas nos últimos dez dias com a H1N1. A porta-voz dos serviços locais de saúde pública, Maria Khitarishvili, disse à <span class="caps">AFP</span> que cinco pessoas faleceram depois de adoecerem com a gripe e que outras três mortes estão a ser investigadas para esclarecer se a causa foi o mesmo vírus.</p> <p>Na região de Rostov foram identificadas quatro mortes em consequência da gripe e as autoridades registaram 120 casos.</p> <p>Isto, enquanto no Irão a H1N1 matou já 112 pessoas e obrigou a hospitalizar mais de mil desde meados de novembro, segundo as autoridades locais.</p> <p>A major H1N1 outbreak sparked a World Health Organization pandemic alert in June 2009, after the virus emerged from Mexico and the United States.</p> <p>The outbreak killed around 18,500 people in 214 countries. The alert was lifted in August 2010.</p> <p>Em junho de 2009, um <a href="http://www.who.int/csr/disease/swineflu/frequently_asked_questions/about_disease/en/">surto de H1N1 provocou um alerta de pandemia da Organização Mundial de Saúde</a>, depois de o vírus ter surgido a partir do México e dos Estados Unidos.</p> <p>O surto matou cerca de 18.500 pessoas em 214 países. O alerta foi levantado em agosto de 2010 .</p>