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Yannick Nézet-Séguin: O maestro omnipresente

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Yannick Nézet-Séguin: O maestro omnipresente

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Apesar de também dirigir as orquestras de Roterdão e Montréal, e colaborar regularmente com as Filarmónicas de Berlim e Viena, o trabalho em

Apesar de também dirigir as orquestras de Roterdão e Montréal, e colaborar regularmente com as Filarmónicas de Berlim e Viena, o trabalho em Filadélfia tornou esta cidade numa nova casa para o carismático maestro canadiano Yannick Nézet-Séguin.

“Hoje, no espaço de apenas 45 minutos, encontrei duas pessoas no passeio que se viraram para mim e disseram: ‘Olá, Maestro!’. Depois havia quatro raparigas a tocar violino na rua que me pediram um abraço, a dizerem que ‘era o sonho da vida delas’, a tirarem fotos e tudo. No supermercado, alguém me disse que devia fazer um tributo a David Bowie. Por isso, em 45 minutos, fui abordado por cerca de dez pessoas. É isso que adoro em Filadélfia: as pessoas gostam da orquestra que têm, tanto os mais novos como os mais velhos, e não têm medo de o dizer.”

Veja este e outros excertos da entrevista no vídeo.