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Telemedicina: encurtar a distância entre paciente e médico


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Telemedicina: encurtar a distância entre paciente e médico

Se o paciente não pode ir ao médico e vice-versa é preciso encontrar soluções que aproximem os dois e porque não ligá-los remotamente. A telemedicina é uma tendência crescente, mundialmente, e que permite levar os cuidados de saúde a zonas rurais e remotas.

A aldeia de Cluny, em França, está a testar uma das quinze cabinas de telemedicina atualmente disponíveis no país. O número de exames possíveis com este sistema é grande. Vai desde o controlo da diabetes à radiologia passando pela cardiologia:

“Também tem uma escala e um sensor para medir a altura, para calcular o índice de massa corporal de cada indivíduo. Estes são os dispositivos de medição. Dentro da cabina temos outros recursos, um eletrocardiograma, por exemplo que permite verificar a atividade cardíaca de um indivíduo. Temos também outros recursos como testes visuais ou auditivos”, explica Vincent Hillenmeyer, Diretor-geral da H4D, empresa que comercializa este dispositivo.

As vantagens são muitas. O Médico de família Jacques du Peloux, que vive em Annecy, tem muitos pacientes que vivem longe do seu consultório. Esta tecnologia permite-lhe consultar, ainda que de forma diferente, os seus pacientes:

“Se por videoconferência o médico vir que o paciente não está bem ele pode decidir enviá-lo para uma urgência ou pedir a um médico que esteja de serviço para ir vê-lo. Nesta perspetiva é uma coisa positiva”, adianta o Doutor du Peloux.

O mercado europeu da telemedicina segue uma tendência crescente. Prevê-se que o valor gasto neste setor aumente exponencialmente até 2019. O grande impulso deriva, essencialmente, do aumento da população idosa no velho continente.

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