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"Hotspot" de Lesbos tenta gerir até 7000 migrantes por dia

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De  Ricardo Figueira  com APOSTOLOS STAIKOS, AFP, REUTERS
"Hotspot" de Lesbos tenta gerir até 7000 migrantes por dia

<p>O ministro francês do Interior insistiu na necessidade de centros de processamento para os migrantes que querem vir para a Europa. Bernard Cazeneuve esteve num destes centros, também chamados “hotspots”, instalado na ilha de Lesbos, na Grécia. A ilha é um dos pontos de chegada em massa de pessoas nos últimos meses, em grande parte refugiados sírios: “Os países da União Europeia, como a França, devem ajudar a Grécia, é esse o objetivo desta visita. Os hotspots têm de estar operacionais, em breve, para que o processo de identificação e recolha de impressões digitais seja eficiente”, disse o ministro francês.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="fr" dir="ltr">.<a href="https://twitter.com/BCazeneuve"><code>BCazeneuve</a> aux côtés autorités grecques, <a href="https://twitter.com/Frontex"></code>Frontex</a> et <a href="https://twitter.com/EASO"><code>EASO</a>: faire progresser accueil & enregistrement des migrants <a href="https://t.co/R5Wtr8ADOV">pic.twitter.com/R5Wtr8ADOV</a></p>&mdash; Ministère Intérieur (</code>Place_Beauvau) <a href="https://twitter.com/Place_Beauvau/status/695279211225948160">February 4, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Só por aqui, nos últimos dois meses, passaram entre cinco a sete mil pessoas por dia. A Grécia é o país da União Europeia que mais tem servido de porta de entrada para a recente vaga migratória. O governo grego pede mais ação por parte da Turquia: “As vagas de refugiados e de imigrantes devem ser geridas no país de origem. A guerra na Síria tem de parar mas, até lá, é da costa turca que estamos a falar. É de lá que eles vêm”, disse o ministro grego da Imigração, Yiannis Mouzalas.</p> <p>“Apesar de ser inverno, há centenas de refugiados a chegar a esta ilha. A União Europeia, o governo grego e as <span class="caps">ONG</span> percebem que não há tempo a perder e têm de estar prontas. Sabem que na costa turca há milhares de pessoas à espera de poder entrar nos barcos”, conclui Apostolos Staikos, enviado especial da euronews a Lesbos.</p>