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Previsões de resultados afundam ações LinkedIn

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De  Patricia Cardoso  com Reuters
Previsões de resultados afundam ações LinkedIn

<p>As ações LinkedIn afundam 43% após a publicação dos resultados e as previsões para o primeiro trimestre de 2016. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">.<a href="https://twitter.com/fastFT"><code>fastFT</a>: LinkedIn shares set for worst opening since IPO <a href="https://t.co/UIX1Ltm8Us">https://t.co/UIX1Ltm8Us</a></p>&mdash; Financial Times (</code>FinancialTimes) <a href="https://twitter.com/FinancialTimes/status/695590625685729282">5 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>No quarto trimestre, a maior rede profissional do mundo teve prejuízos líquidos de mais de 8 milhões de euros, contra lucros um ano antes. O crescimento foi o pior em dois anos. </p> <p>As receitas aumentaram 20%, contra cinquenta um ano antes. Já as despesas cresceram 30%, com a estratégia de expansão da empresa fora dos Estados Unidos e o reforço dos serviços de recrutamento empresasial. </p> <p>A empresa, que liga empregadores e profissonais à procura de emprego, diz enfrentar uma forte pressão na Europa, Médio oriente, África e Ásia-Pacífico devido ao atual contexto económico. </p> <p>LinkedIn conta com mais de 400 milhões de utilizadores. Para o primeiro trimestre prevê lucros de 55 cêntimos de dólar por ação e receitas de 820 milhões de dólares. Em ambos os casos os valores são inferiores às previsões dos analistas.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">LinkedIn tumbles on earnings guidance <a href="https://t.co/G0Vg9jOh90">https://t.co/G0Vg9jOh90</a></p>— TechCrunch (@TechCrunch) <a href="https://twitter.com/TechCrunch/status/695582404195516416">5 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>