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Abusos a empregado doméstico custam 40.000 euros a Sara Netanyahu

A mulher do primeiro ministro de Israel, aqui em imagens de arquivo ao lado do marido, foi condenada a pagar quase quarenta mil euros a um antigo

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Abusos a empregado doméstico custam 40.000 euros a Sara Netanyahu

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A mulher do primeiro ministro de Israel, aqui em imagens de arquivo ao lado do marido, foi condenada a pagar quase quarenta mil euros a um antigo empregado doméstico da residência Netanyahu, em Jerusalém.

Sara Netanyahu foi considerada culpada pelos maus tratos denunciados há dois anos por Meni Nafti.

O antigo empregado despediu-se em dois mil e doze depois de quase dois anos a trabalhar para os Netanyahu. Durante esse tempo alega ter sido vítima dos abusos verbais de Sara Netanyahu, que inluíram “exigências exageradas, insultos, humilhação e exlosões de raiva”, lê-se no veredito de 40 páginas do juiz Dita Pruginin, do Tribunal do Trabalho de Jerusalém.

Meni Nafti garantiu que o primeiro ministro israelita estava a par do problema e que o próprio chefe de Governo israelita chegou a ser vítima dos abusos da mulher.

O antigo empregado reclamava uma indemnização a rondar o milhão de shekels (cerca de 230 mil euros), por danos morais, mas a decisão do tribunal impôs à primeira-dama israelita o pagamento ao requerente de apenas 170.000 shekels (cerca de 39 mil euros): 80.000 shekels (18.300 euros) devido ao stress emocional causado; 75.000 (17.160) por incumprimento de promessas de propriedade; e mais 15.000 (3400) para cobrir as despesas judiciais.

Em 2010, Sara Netanyahu já havia sido alvo de uma outra queixa em tribunal por comportamento abusivo sobre outro empregado. Nessa altura, a primeira dama resolveu tudo com um acordo extra-judicial.