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Primárias nos EUA: Nevada e Carolina do Sul podem favorecer Clinton

Nevada e Carolina do Sul são as próximas etapas da corrida à Casa Branca, depois das últimas grandes surpresas. No sábado, decorrem as primárias do

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Primárias nos EUA: Nevada e Carolina do Sul podem favorecer Clinton

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Nevada e Carolina do Sul são as próximas etapas da corrida à Casa Branca, depois das últimas grandes surpresas.
No sábado, decorrem as primárias do Partido Republicano na Carolina do Sul e o caucus do Partido Democrata no Nevada. Três dias depois, os republicanos vão a votos no Nevada e, no dia 27, os democratas, na Carolina do Sul.

Apesar do entusiasmo de alguns por Donald Trump e Bernie Sanders nada está decidido…

“A probabilidade de Donald Trump vencer a nomeação republicana ou de Bernie Sanders ganhar a nomeação democrata é muito pequena. Por motivos diferentes. Trump tem apenas 35 por cento dos votos, o que significa que os restantes 65 dos republicanos não estão a seu favor”, refere Charles Cook, editor da The Cook Political Report.

Bernie Sanders tem agitado as águas democratas, mas a rival Hillary Clinton parece ter grandes hipóteses de voltar a ganhar terreno.

“Ainda que Hillary Clinton tenha alguns desafios pela frente não vai perder a nomeação democrata para Bernie Sanders. O eleitorado de Sanders é pouco diverso. A maioria são jovens e de extrema esquerda. Não vai ganhar a nomeação se não começar a ganhar fama entre os eleitores afro-americanos e latinos. Não há provas que o tenha feito até agora”, diz Charles Cook.

As próximas etapas são importantes para o que se segue: a “Super terça-feira”, dia em que se realizam as primárias em 24 Estados norte-americanos e que podem ser decisivas nas escolhas dos candidatos.

“As votações de sábado são um passo crucial antes da campanha para a “Super terça-feira”, no dia 1 de março, mas pode acabar por ser um dia mau para ambos os partidos. Se Donald Trump e Bernie Sanders vencerem, espera-se um debate muito feio no resto da temporada das primárias”, conclui o correspondente da euronews em Washington, Stefan Grobe.