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Primeiro-ministro israelita defende chefe militar quanto a uso excessivo de meios contra palestinianos

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De  Euronews
Primeiro-ministro israelita defende chefe militar quanto a uso excessivo de meios contra palestinianos

<p>Em novembro do ano passado, em Jerusalém, <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/israel/12011984/Palestinian-teenager-killed-by-Israeli-forces-after-attempted-stabbing-in-Jerusalem.html">duas adolescentes palestinianas esfaquearam um homem</a> antes de a polícia atirar e matar uma delas e ferir a outra. <br /> A polémica surgiu quando um circuito fechado de video mostrou que os disparos continuaram mesmo com a rapariga imóvel no chão. </p> <p>A tensão subiu na semana passada, quando <a href="http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4767497,00.html">o chefe militar de Israel disse que não queria os seus soldados a disparar até ficar sem balas</a> sobre uma rapariga armada com uma tesoura.</p> <p>As declarações do General Gadi Eisenkot foram interpretadas como uma admissão do uso excessivo de meios e força. </p> <p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, pronunciou-se sobre o assunto, dizendo que era uma discussão estéril e que tudo o que se tinha dito depois das declarações de Eisenkot advinha da ignorância ou de uma tentativa de vexame político. </p> <p>Neste domingo, um palestiniano tentou esfaquear um soldado perto da cidade de Jenin e as forças israelitas abateram-no a tiro. Segundo fontes médicas palestinianas, o rapaz tinha 16 anos. </p> <p>Desde Outubro, esfaqueamentos, disparos e atropelamentos levados a cabo por palestinianos mataram 28 israelitas e um cidadão americano. As forças israelitas mataram pelo menos 168 palestinianos.</p>