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Bashar al-Assad marca eleições legislativas na Síria para 13 de abril

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De  Francisco Marques  com Reuters
Bashar al-Assad marca eleições legislativas na Síria para 13 de abril

<p>O presidente sírio, Bashar al Assad, anunciou esta segunda-feira a marcação de eleições parlamentares no país para 13 de abril. A decisão foi tornada pública logo após a comunicação conjunta de Rússia e Estados Unidos de um cessar-fogo à condição para ser implementado na Síria a partir das “zero” horas de sábado.</p> <p>O sufrágio legislativo acontece quatro anos após o último, como manda a Constituição, revista em fevereiro do mesmo ano. Na chamada às urnas de 7 de maio de 2012, 51,6 por cento dos mais de 10 milhões de eleitores terão exercido o direito de voto, dando à aliança Frente Nacional Progressiva, liderada pelo partido Ba’ath, do atual Presidente sírio Bashar al-Assad, a vitória, com 168 (67,2 por cento) dos 250 lugares que compõem a chamada Assembleia do Povo.</p> <p>O porta-voz (“speaker”) do Parlamento sírio saiu mais uma vez, tal como desde 1973, de dentro do partido Ba’ath e a escolha recaiu em Mohammad Jihad al-Laham.</p> <p>Em junho de 2014, a Síria viveu o último ato eleitoral num país, então, já em guerra há 3 anos. Foram as presidenciais e <a href="http://pt.euronews.com/2014/06/05/siria-bashar-al-assad-reeleito-com-apenas-88-por-cento-dos-votos/">Bashar al-Assad foi eleito com 88,7 por cento dos votos registados</a> para um terceiro mandato à frente do país. Agora, os Estados Unidos defendem que é hora de Assad ceder o poder à democracia, com a Rússia a defender a legitimidade do atual chefe de Estado sírio.</p> <p>Em dezembro, uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas pediu eleições legislativas e presidenciais no espaço de 18 meses, no quadro de uma nova Constituição para o país e controladas pela <span class="caps">ONU</span>.<p></p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="pt" dir="ltr">Assad convoca eleições legislativas para 13 de abril <a href="https://t.co/kv1DTLb4eY">https://t.co/kv1DTLb4eY</a></p>— Diário de Notícias (@dntwit) <a href="https://twitter.com/dntwit/status/701867527685574656">22 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Syria?src=hash">#Syria</a>: Russia doesn't support al-Assad personally, but has friendly relations with Syria as a country <a href="https://t.co/VBOFOzFGTW">https://t.co/VBOFOzFGTW</a></p>— Government of Russia (@GovernmentRF) <a href="https://twitter.com/GovernmentRF/status/698918561927004160">14 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <div align="center"><i>(“A Rússia não apoia pessoalmente al-Assad, mas tem relações de amizade com a Síria enquanto país”, disse Medvedev à euronews.)</i></div><p>