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Paris e Berlim pressionam Kiev para avançar com reformas políticas

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De  Euronews
Paris e Berlim pressionam Kiev para avançar com reformas políticas

<p>Os chefes da diplomacia francesa e alemã expressaram a sua inquietação em Kiev face à falta de avanço de reformas políticas. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Photos:press conference of FMs <a href="https://twitter.com/PavloKlimkin"><code>PavloKlimkin</a>,<a href="https://twitter.com/hashtag/Steinmeier?src=hash">#Steinmeier</a>& <a href="https://twitter.com/jeanmarcayrault"></code>jeanmarcayrault</a> <a href="https://t.co/WhJZyRRLHs">https://t.co/WhJZyRRLHs</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/UnitedForUkraine?src=hash">#UnitedForUkraine</a> <a href="https://t.co/FEX5T6VnoL">pic.twitter.com/FEX5T6VnoL</a></p>— <span class="caps">MFA</span> of Ukraine (@MFA_Ukraine) <a href="https://twitter.com/MFA_Ukraine/status/702081912425336833">February 23, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em causa está o conflito separatista em Donbass, no este da Ucrânia, e a implementação de eleições na região, bem como o combate à corrupção.</p> <p>Frank -Walter Steinmeier, ministro alemão dos negócios estrangeiros deixou claro na sua intervenção em conferência de imprensa que a passividade não é solução: “Quer a França quer a Alemanha sabem que a lei eleitoral é uma coisa e que as condições para que haja eleições são outra. Contudo, devemos tratar de ambos os assuntos. E, como é óbvio, o assunto da segurança não deve ser uma desculpa para não se trabalhar na lei eleitoral.”</p> <p>Quase dois anos depois do início da guerra que já fez mais de 9 mil mortos, e com a Ucrânia mergulhada numa crise política, Paris e Berlim impacientam-se com a <a href="http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-06-02-Aplicar-acordo-de-paz-e-mais-dificil-do-que-parecia">quebra sucessiva dos acordos de Minsk</a>, que visam o cessar-fogo.</p> <p>Os ucranianos parecem ter avançado agora com mais um pedido de uma missão securitária europeia na zona de conflito como condição importante para a realização de eleições, segundo um comunicado emitido esta semana pelo gabinete do Presidente ucraniano, Petro Poroshenko.</p> <p>A próxima reunião em formato da Normandia será daqui a uma semana. Os ministros dos negócios estrangeiros da Ucrânia, Russia, Alemanha e França vão reunir em Paris, a 3 de Março.</p>