Última hora

Última hora

Gravity: Prevc, Pinturault e Gagnon são as estrelas da semana

O esquiador esloveno Peter Prevc, o francês Alexis Pinturault e a canadiana Marie-Michèle Gagnon são as estrelas da semana em mais um Gravity

Em leitura:

Gravity: Prevc, Pinturault e Gagnon são as estrelas da semana

Tamanho do texto Aa Aa

Começamos este Gravity com saltos de esqui e com o esloveno Peter Prevc. É mais do que certo que venha a ganhar a Taça do Mundo à medida que nos aproximamos do fim da temporada.
O esloveno brilhou na prova deste sábado, em Almaty, no Cazaquistão.
Os dois saltos de 141 metros e de 137,5 metros levaram-no à vitória, a décima segunda da temporada. O austríaco Michael Hayboeck ficou em segundo lugar e o atual campeão do mundo, o alemão Severing Freund, ficou em terceiro lugar.

No esqui feminino, todos esperávamos por um novo episódio na batalha Lindsey Vonn- Lara Gut, mas a verdade é que nem a esquiadora norte-americana nem a rival suíça brilharam em Andorra. A vitória nas provas combinadas de esqui alpino foi para a canadiana do Québec Marie-Michèle Gagnon.

A esquiadora conseguiu o nono melhor tempo na prova Super-G, prova ganha por Vonn, que acabou em décimo terceiro lugar depois de um mau resultado na prova de slamom. Gagnon superou Vonn, mas também outras especialistas na matéria, como a suíça Wendy Holdenervy e a francesa Anne-Sophie Barthet.

Nada nem ninguém consegue parar Alexis Pinturault. O esquiador francês ganhou a quinta competição deste inverno, a quarta do mês de fevereiro e a segunda em Hinterstoder, Áustria. Com três vitórias consecutivas, Pinturault é dos melhores esquiadores franceses desde Jean-Claudi Killy. Venceu no Japão há duas semanas e na Áustria na passada sexta-feira e no último domingo.

Segundo o consultor desportivo da Euronews, Franck Piccard, não lhe falta muito para o Globo de Cristal:

“Acho que Alexis deverá tentar vencer, em primeiro lugar, nas modalidades em que é mais forte. Deve melhorar no slalom, como já melhorou na Super G – realmente bem”, disse Piccard.

“Poderá depois arriscar à medida que for ganhando autoconfiança para subir na classificação geral. Mas, para isso, precisa de espontaneidade e um pouco mais de loucura no esqui que pratica. Especialmente na prova Super G e na descida, de forma a que os exercícios se tornem mais intensos ao longo do percuro”, concluiu.

E agora, uma pequena adivinha: Que esquiador é considerado como o melhor da História nas descidas?

Jean-Claude Killy
Pirmin Zurbriggen
Hermann Maier
Aksel Lund Svindal

Nenhum deles. Trata-se de Franz Klammer. O austríaco inaugurou o palmarés com apenas 20 anos, em dezembro de 1973, ao impor-se a Schladming numa das pistas mais duras do circuito, arriscando nas provas e caindo em diversas ocasiões. Tornou-se num sério rival nas provas em que participou depois de ganhar 8 de 9 descidas no inverno seguinte. Em 1976, consagra-se campeão olímpico. Ficou conhecido como Kaiser Franz e conseguiu, no total, 25 triunfos nas descidas da Taça do Mundo, 4 das quais em Kitzbühel.

Até ao próximo Gravity!