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Digitalizador Luna: Ser ou não ser em 3D

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Digitalizador Luna: Ser ou não ser em 3D

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Uma pequena equipa de engenheiros da Estónia está a utilizar um digitalizador 3D, em forma de ovo, feito à medida, no Seaplane Harbour, em Talin

Uma pequena equipa de engenheiros da Estónia está a utilizar um digitalizador 3D, em forma de ovo, feito à medida, no Seaplane Harbour, em Talin. Chama-se Luna, o scanner, e o objetivo é digitalizar, por exemplo, um rosto e vender uma cópia a três dimensões e com alta resolução. Mas há várias aplicações:

“Os nossos scanners permitem que os visitantes digitalizem o seu rosto e encomendem um personagem personalizados com o seu rosto. A seleção de personagens depende da localização dos digitalizadores. Em Londres, por exemplo, poderão ser um guarda real, em Roma podem ser gladiadores, num estádio podem ser um jogador dos Yankees, por exemplo”, adianta Timmu Toke, responsável da Wolfprint 3D.

A equipa espera dar um novo fôlego ao mercado das recordações, inovando mas este novo tipo de “souvenir” leva três a cinco dias a chegar a casa do cliente. Há já empresas interessadas nesta tecnologia, mesmo em Hollywood. E a equipa tem já novos projetos:

“Pretendemos construir uma rede com centenas, possivelmente milhares de scanners que produzem modelos 3D para nós todos os dias e, em seguida, criar aplicações diferentes em realidade aumentada, realidade virtual para esses modelos. A nossa visão de longo prazo é trabalhar com dados digitais em vez de imprimir figuras”, explica Toke.

Os preços variam entre cerca de cinco euros, para um modelo digital, e 40 euros para uma estatueta personalizada e impressa em 3D.