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Alemanha: populistas da AfD radicalizam discurso e enfrentam protestos

Com os olhos postos nas legislativas de 2017, o jovem partido populista Alternativa para a Alemanha (AfD) conduz, este domingo, o segundo dia de um

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Alemanha: populistas da AfD radicalizam discurso e enfrentam protestos

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Com os olhos postos nas legislativas de 2017, o jovem partido populista Alternativa para a Alemanha (AfD) conduz, este domingo, o segundo dia de um congresso marcado por protestos e pela radicalização do discurso de alguns dos elementos da formação.

Um dos líderes do partido, Jörg Meuthen, defendeu em Estugarda um “patriotismo sem complexos”. Apesar da AfD se ter abstido de votar uma aproximação à extrema-direita europeia, um dos seus membros, o eurodeputado Marcus Pretzell, anunciou que vai unir-se ao grupo da líder nacionalista francesa Marine Le Pen e do xenófobo holandês Geert Wilders no Parlamento Europeu.

Pretzell é o companheiro da líder e figura de proa da Alternativa para a Alemanha, Frauke Petry, que preferiu aproveitar ontem o primeiro dia do congresso do partido para atacar Angela Merkel, que classificou como a “chanceler das não alternativas”.

A abertura este sábado do encontro do jovem partido populista, nascido há 3 anos com um discurso contra o euro e que, desde então, se assumiu como anti-Islão e anti-imigração, ficou marcada pela detenção de mais de 400 manifestantes à margem dos protestos contra a formação nas ruas de Estugarda.