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Primárias no Indiana: Trump considera-se candidato à presidência dos EUA

Donald Trump está otimista com as primárias no Indiana, que se realizam esta terça-feira. O pré-candidato republicano afirmou que ganhar neste estado

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Primárias no Indiana: Trump considera-se candidato à presidência dos EUA

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Donald Trump está otimista com as primárias no Indiana, que se realizam esta terça-feira. O pré-candidato republicano afirmou que ganhar neste estado significaria vencer os rivais do seu partido e provocou a adversária democrata Hillary Clinton. “Se ganharmos no Indiana, acabou. Se vencermos no Indiana, acabou. Vamos lá chegar. Não devia dizer isto porque pode desmobilizar-me, mas vamos lá chegar de qualquer forma. A maior parte das pessoas pensa que, se ganharmos no Indiana, os outros candidatos desistem da corrida e podemos focar-nos em Hillary. Por favor, foquemo-nos em Hillary”, afirmou Trump.

Na passada semana, o milionário venceu as primárias republicanas em todos os estados que foram a votos (Maryland, Delaware, Pensilvânia, Rhode Island e Connecticut), mas não chegou aos 1237 delegados necessários para garantir a nomeação republicana.

O último estudo Wall Street Journal/NBC News dá vitória a Trump: 49% contra 34% de Ted e 13% de Kasich.

ThankyouIndiana! #Trump2016 pic.twitter.com/shPWexfkVX

— Donald J. Trump(@realDonaldTrump) 1 de maiode 2016

No lado dos democratas, Hillary Clinton, que também não alcançou os 2383 delegados para assegurar a nomeação, afirmou que a diversidade e a inclusão nos Estados Unidos serão postas em causa se Donald Trump for eleito presidente. “É uma honra enorme servir a administração do presidente Obama. A América decide agora quem o sucede. O pré-candidato que lidera a corrida republicana é o homem que liderou o movimento insidioso ‘birther’, para desacreditar a cidadania do presidente”, disse Clinton.

"Wecannotlet Barack Obama’slegacyfallintoDonald Trump’shands." —Hillary

— Hillary Clinton (@HillaryClinton) 2 de maiode 2016

Este domingo, milhares de pessoas desfilaram pela rua de Los Angeles para comemorar o 1o. de maio. Donald Trump foi o alvo de crítica favorito. Em destaque estiveram as suas políticas anti-imigração, que incluem a construção de um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México.