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Estreia mundial dos AC/DC em Lisboa supera expectativas

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De  Antonio Oliveira E Silva  com LUSA
Estreia mundial dos AC/DC em Lisboa supera expectativas

<p>Afinal, tudo parece ter corrido pelo melhor para os australianos AC/DC, na que foi a sua estreia mundial, no Passeio Marítimo de Algés, região de Lisboa. </p> <p>Um concerto que fez vibrar tudo e todos onde o Tejo e o mar se encontram e que parece ter superado todas as críticas e expectativas, apesar da ausência do vocalista Brian Johnson, por motivos de saúde. </p> <p>O período anterior ao concerto dos AC/DC em Lisboa deste sábado ficou marcado por alguma pressão por parte muitos entusiastas da banda, que não viam com bons olhos a presença de Axl Rose em palco, ainda por cima, estando o substituto com problemas para mover-se.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">To all those who rocked in Lisbon tonight, we salute you! ⚡️ <a href="https://twitter.com/hashtag/RockOrBust?src=hash">#RockOrBust</a><a href="https://t.co/oPdMCu4UOQ">https://t.co/oPdMCu4UOQ</a></p>— AC/DC (@acdc) <a href="https://twitter.com/acdc/status/729122322964164608">8 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Assim, muitos preferiram não ir ao primeiro concerto dos AC/DC da digressão Rock it or Bust it, fenómeno que veio a registar-se noutros países. Não eram bons sinais para a banda, para além da chuva intensa que se fez sentir em Lisboa durante o dia do evento. </p> <p>Mas os AC/DC tocaram, cantaram e não desapontaram.</p> <p>Uma fã disse, em inglês, à agência Reuters, que a banda “esteve bem, realmente bem.”</p> <p>Duas fãs portuguesas descreveram também o concerto com muito entusiasmo.</p> <p>“Foi fantástico, disse a primeira.” </p> <p>“Nem se notava a diferença nas vozes. O que é preciso é gostar e amar”, disse a segunda das entrevistadas. <p></p> <div style="background-color:#e8e8e8; font-size:12px; padding:8px;border-radius:8px;"> <h4>Uma das fãs dos AC/DC, no Passeio Marítimo de Algés</h4> <p><strong>Nem se notava a diferença nas vozes. O que é preciso é gostar e amar</strong></p> </div> </p> <p>Com Axl Rose sentado no centro do palco, o guitarrista Angus Young não teve mais remédio do que encher o palco sozinho. E se teve de correr pelo palco para chegar a todos os assistentes, a verdade é que a voz de Axl acompanhou-o a noite toda. </p> <p>Young, 61 anos, de calções e camisa, tocou a guitarra como nunca, até com a gravata. Um duo oposto que parece ter funcionado bem, vistas as coisas.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/RockOrBust?src=hash">#RockOrBust</a> ⚡️ On stage now in Lisbon! <a href="https://t.co/IK7gIxGfSc">pic.twitter.com/IK7gIxGfSc</a></p>— AC/DC (@acdc) <a href="https://twitter.com/acdc/status/729060586336718849">7 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p> <div style="background-color:#e8e8e8; font-size:12px; padding:8px;border-radius:8px;"> <p><strong>Os AC/DC tocaram os temas mais conhecidos pelos fãs, como “Rock or Bust” e “Shoot to Thrill.</strong></p> </div> </p> <p>Axl disse, depois das duas primeiras canções, que afinal, tinha “ficado um dia bonito.” Disse ao público que era um prazer conhecê-los e, ao fim da terceira canção, o Passeio Marítimo de Algés parecia mais do que conquistado.</p>