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Rússia presta homenagem a espiões cubanos

A Rússia prestou homenagem a cinco espiões cubanos que estiveram, cerca de 20 anos, presos nos Estados Unidos da América. O Kremlin considerou-os

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Rússia presta homenagem a espiões cubanos

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A Rússia prestou homenagem a cinco espiões cubanos que estiveram, cerca de 20 anos, presos nos Estados Unidos da América.

O Kremlin considerou-os heróis de “fortaleza e resistência”.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, realçou que a Rússia sempre lutou para que fossem libertados.

“A Rússia, desde o primeiro dia, mostrou-se solidária com a campanha internacional que apoiou a vossa libertação e o regresso à vossa pátria. Mantivemos uma pressão constante, incluindo nos nossos contactos com os norte-americanos. Sentimo-nos satisfeitos que, a longo prazo, o nosso envolvimento na vossa libertação tenha acabado por ser útil e produzido resultados”, disse o ministro.

Os “cinco cubanos” foram condenados, pelos norte-americanos, por espionarem a comunidade de exilados cubanos, residentes na Florida.

Quando foram libertados, em dezembro de 2014, o presidente cubano, Raul Castro, prestou-lhes homenagem e apelidou-os de “Heróis da República”.

A libertação dos espiões cubanos faz parte do estreitar das relações entre os dois países, promovido pelo presidente norte-americano, Barack Obama.

Em troca, o governo de Havana libertou Alan Gross, um trabalhador de uma organização humanitária, detido há cinco anos por levar, para Cuba, equipamentos de telecomunicações ilegais.