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A consolidação da trégua no Leste da Ucrânia avança lentamente

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A consolidação da trégua no Leste da Ucrânia avança lentamente

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O ministro das Relações Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier, avançou nesta quarta-feira que Moscovo e Kiev deram “claros passos em frente” para diminuir a violência no leste da Ucrânia, mas as respetivas posições sobre o processo político de paz permanecem “muito distantes”.

Steinmeier garantiu numa declaração à imprensa após uma reunião em Berlim com os seus homólogos Sergei Lavrov, Pavlo Klimkin e Jean-Marc Ayrault, que o encontro de mais de três horas que mantiveram teve um “balanço misto”.

“Eu sei que no leste da Ucrânia a segurança não é a única coisa que precisa ser alcançada. Mas, sem segurança, nada pode ser alcançado. E, por isso, estou bastante satisfeito com esta área das conversações de hoje.”

Para travar os regulares aumentos de violência entre o Exército de Kiev e os rebeldes pró-Rússia nas províncias de Donetsk e Lugansk dever ser aplicado o estipulado nesta reunião fazer-se uma trégua “duradoura” sublinhou Steinmeier.

“Infelizmente, há questões críticas que são tão importantes para começar o processo de descongelamento de Minsk, que não foram resolvidas por causa da posição da Rússia”.

Serguei Lavrov acusa: “Infelizmente a minha conclusão é que existem novas desculpas que mostram a vocação do lado ucraniano para o adiamento da implementação dos principais termos dos acordos políticos”

Desta mesa redonda, a décima que acontece neste formato a quatro, sairam decisões como a a criação de zonas de segurança, a desmilitarização de certa zonas chave e supressão de comunicação das práticas militares de ambos lados para evitar mal-entendidos. Em último lugar houve entendimento sobre a permissão de um acesso completo aos observadores da OSCE.

Além disso, foi desenhado um mecanismo de consultas entre a OSCE e os analistas militares de ambas as partes para permitir uma supervisão mais rápida da evolução do conflito.

No entanto, o parágrafo do Acordo de Minsk, o pacto ao qual chegaram Rússia e Ucrânia a respeito deste conflito em fevereiro de 2015 graças à mediação da Alemanha e França, permanece atolado.

Em primeiro lugar é difícil chegar a um acordo em torno da realização de eleições locais no leste da Ucrânia, uma exigência de Moscovo à qual Kiev exige como requisito prévio um nível mínimo de segurança.

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