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Brasil: Pedro Parente nomeado presidente da Petrobras

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Brasil: Pedro Parente nomeado presidente da Petrobras

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No Brasil, o presidente interino, Michel Temer, escolheu Pedro Parente para a chefia da Petrobras.

Parente, 63 anos, engenheiro de formação, é presidente do Conselho de Administração da Bolsa de São Paulo e ocupou várias pastas no governo de Fernando Henriques Cardoso. Passou também pelo Banco Central do Brasil.

Pedro Parente vai substituir Aldemir Bendine, no cargo desde fevereiro de 2014. A nomeação será votada pelo Conselho de Administração da petrolífera a 23 de maio.

O novo patrão tem consciência do desafio que tem pela frente e defende uma gestão puramente profissional: “A Petrobras tem que ter uma gestão estreitamente profissional. Estamos falando da composição do Conselho de Administração, da composição da diretoria executiva, onde nós teremos que observar quais são as demandas que aquela empresa coloca, para o preenchimento dessas funções, e atender a essas demandas sempre olhando o interesse da própria empresa”.

A Petrobras está no centro do escândalo de corrupção Lava Jato, o maior da história do Brasil, que envolve empresas públicas e dezenas de políticos.

A petrolífera estatal vive tempos difíceis. Em parte devido à queda dos preços do petróleo, a empresa teve, no ano passado, prejuízos de 8,6 mil milhões de euros, os maiores de sempre.

Parente, que já conhece a petrolífera devido à sua passagem pela administração quando era ministro das Minas e da Energia, deseja pôr fim às nomeações políticas: “Não haverá indicação política, o que vai facilitar muito a vida do Conselho de Administração e a minha, porque se isso fosse o caso, e isso não será, certamente não seriam aceites.”

Com um percurso político semelhante, Pedro Parente vai assumir um cargo já ocupado por Dilma Rousseff.

Entre 2003 e 2010, Dilma fez parte do Conselho de Administração da Petrobras. Durante esse período, a empresa cresceu até se tornar uma das mais valiosas do mundo.

Mas a Petrobras é a empresa brasileira que mais desvalorizou durante o governo de Dilma. No total, a empresa desvalorizou 80,58%, ou seja, 161,1 mil milhões de euros.

Os dados são da consultoria especializada em mercado financeiro Economática. Tem em conta os resultados obtidos no período de 31 de dezembro de 2010 até 11 de maio de 2016, que soma os dois mandatos da chefe de Estado., afastada temporáriamente do cargo.

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