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FMI defende reforma laboral ainda mais abrangente em França

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FMI defende reforma laboral ainda mais abrangente em França

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Em pleno conflito social em França, devido à nova lei do trabalho, o Fundo Monetário Internacional defende uma reforma laboral ainda mais abrangente.

O FMI evoca alguns progressos, como a redução das contribuições laborais, mas estima que é necessário fazer mais para corrigir a rigidez do mercado do trabalho francês, para criar empregos e colocar as finanças públicas no bom caminho.

Segundo o FMI, o mercado laboral francês “é pouco adaptável à evolução da economia global” porque tem uma negociação coletiva demasiado centralizada, processos judiciais longos e incertos em caso de despedimento, um salário mínimo relativamente elevado e um acesso fácil a subsídio de desemprego e outras ajudas sociais.

A instituição chefiada por Christine Lagarde recomenda, por exemplo, a adaptação do sistema de formação profissional e a modificação das regras de acesso ao subsídio de desemprego, para incentivar o regresso à vida ativa.

Na avaliação anual do país, o FMI estima que a economia francesa está melhor.

Para este ano, a instituição subiu a previsão de crescimento para 1,5%, mais quatro décimas do que em março, mas não chega para reduzir de forma substancial a taxa de desemprego de 10%.

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