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FMI defende reforma laboral ainda mais abrangente em França

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De  Patricia Cardoso  com Reuters, AFP, Lusa
FMI defende reforma laboral ainda mais abrangente em França

<p>Em pleno conflito social em França, devido à nova lei do trabalho, o Fundo Monetário Internacional defende uma reforma laboral ainda mais abrangente. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr"><span class="caps">IMF</span> staff: “El Khomri” labor law is a necessary step toward a more dynamic labor market in France <a href="https://t.co/1wjQO5EKvO">https://t.co/1wjQO5EKvO</a></p>— <span class="caps">IMF</span> (@IMFNews) <a href="https://twitter.com/IMFNews/status/735108768174907392">24 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O <span class="caps">FMI</span> evoca alguns progressos, como a redução das contribuições laborais, mas estima que é necessário fazer mais para corrigir a rigidez do mercado do trabalho francês, para criar empregos e colocar as finanças públicas no bom caminho. </p> <p>Segundo o <span class="caps">FMI</span>, o mercado laboral francês “é pouco adaptável à evolução da economia global” porque tem uma negociação coletiva demasiado centralizada, processos judiciais longos e incertos em caso de despedimento, um salário mínimo relativamente elevado e um acesso fácil a subsídio de desemprego e outras ajudas sociais.</p> <p>A instituição chefiada por Christine Lagarde recomenda, por exemplo, a adaptação do sistema de formação profissional e a modificação das regras de acesso ao subsídio de desemprego, para incentivar o regresso à vida ativa. </p> <p>Na avaliação anual do país, o <span class="caps">FMI</span> estima que a economia francesa está melhor. </p> <p>Para este ano, a instituição subiu a previsão de crescimento para 1,5%, mais quatro décimas do que em março, mas não chega para reduzir de forma substancial a taxa de desemprego de 10%.</p>