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França: Familiares de vítimas dos atentados de Paris exigem respostas

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França: Familiares de vítimas dos atentados de Paris exigem respostas

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Centenas de familiares e amigos das vítimas dos atentados de 13 de novembro, em Paris, reuniram-se, pela primeira vez, com 6 magistrados para perceber o que aconteceu naquele fatídico dia.

Seis meses depois dos vários ataques na capital francesa que ceifaram a vida a 130 pessoas e feriram 350, há ainda muitas questões que necessitam de respostas.

“É a primeira reunião aqui, enquanto queixosa. Estamos todos aqui para entender o que aconteceu. A minha irmã estava numa explanada de um bar a jantar. Ela nunca mais regressou desse jantar”, afirma Claire Houd, familiar de uma das vítimas.

Um dos advogados dos familiares das vítimas, Gerard Chemla, questiona por que razão as autoridades levaram quatro meses para prender Salah Abdeslam e não evitaram os ataques da mesma organização em Bruxelas.

“Eles vão explicar-nos o que a Justiça francesa tem feito e o que vai fazer. Vamos, provavelmente, questionar os juízes sobre o que a Justiça não fez. Porque é que não fomos capazes de impedir o que aconteceu na Bélgica e porque não conseguimos prender, mais cedo, Salah Abdeslam. Perguntas que são cruciais neste caso”, conclui.

A reunião de terça-feira será seguida de mais duas, na quarta e quinta-feira, na Escola Militar de Paris.

Seis magistrados tentam responder às questões dos sobreviventes e dos familiares e amigos das vítimas mortais dos atentados de Paris de 13 de novembro de 2015.

Os ataques foram reivindicados pelo autoproclamado Estado Islâmico.

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