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França: Valls admite modificações mas recusa retirar reforma laboral

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França: Valls admite modificações mas recusa retirar reforma laboral

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Penúria de combustível devido ao bloqueio das refinarias, protestos generalizados e mesmo centrais nucleares paralizadas: a amplitude do movimento de contestação contra a nova lei do trabalho em França não desencoraja o primeiro-ministro.

Manuel Valls admitiu hoje alterações pontuais, mas recusa um retrocesso na reforma laboral:

“O texto vai chegar ao Senado, onde existe uma maioria de direita, que vai apresentar o seu próprio projeto, que estará, evidentemente, não só nos antípodas do que nós propusemos, mas também do que esperam aqueles que se manifestam. Por isso, está fora de questão mudar de rumo, embora possam existir modificações ou melhorias.”

O porta-voz da Rede de Transporte de Eletricidade de França assegurou que a paralização votada na totalidade das 19 centrais nucleares do país não está a provocar, de momento, qualquer problema de abastecimento.

O recurso do governo ao artigo 49.3 da Constituição para aprovar à força a reforma laboral é um dos principais motivos da contestação.

Na ponte estratégica da Normandia, bloqueada esta manhã, um sindicalista afirmava que “o recurso ao 49.3 matou qualquer possibilidade de compromisso. Foi o governo que forçou [a greve]. Há uma falta de democracia e de debate com os trabalhadores”.

Questionado sobre as medidas a que pode recorrer para obrigar os grevistas a voltar ao trabalho em caso de força maior, Valls disse que “todas as opções estão em cima da mesa”.

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