Última hora

Em leitura:

Milão foi capital espanhola por um dia e a festa foi Real

the corner

Milão foi capital espanhola por um dia e a festa foi Real

Publicidade

Este fim de semana, todas os adeptos de futebol tiveram as atenções voltadas para San Siro, onde na noite de sábado o Real Madrid repetiu a vitória de há dois anos frente ao Atlético na final da Liga dos Campeões.

Os “merengues” conquistaram aquela que chamam de “undécima”, o décimo primeiro triunfo na competição, mais que Barcelona, Manchester United e Juventus juntos.

O Real até foi dominado durante grande parte do encontro mas no futebol são os golos que mandam, e depois de 120 minutos, mandavam ambas as equipas para o desempate por penáltis. Juanfran, ironicamente um jogador formado no Real, foi o único jogador a falhar, oferecendo o triunfo à equipa “blanca”.

Cristiano Ronaldo, que voltou a estar bem distante do seu melhor nível, teve ao menos o mérito de não tremer no momento decisivo, marcando o penálti decisivo.

Coube a Sergio Ramos levantar o troféu, um momento inesquecível para o andaluz no seu primeiro ano como capitão de equipa.

Para Zinédine Zidane, que em Janeiro substituiu Rafa Benítez no banco do Real Madrid, o principal objetivo da temporada foi alcançado. O futuro parece sorrir ao técnico, que em apenas seis meses ao mais alto nível já se tornou no primeiro treinador francês a conquistar o troféu mais cobiçado do futebol europeu.

Ao invés, Diego Simeone era um homem abatido no final do encontro. Para o argentino, o bom trabalho efetuado no Atlético não serve de nada se não se traduzir em resultados”

“Ninguém quer saber do segundo. Perder duas finais é um fracasso, temos de aceitar o momento e tratar das feridas em casa.”

Para os tristes adeptos “colchoneros”, a prova de que não há duas sem três. O Atlético é o único clube na história a perder as suas três primeiras finais na competição mais importante do futebol europeu.

Ases e Azelhas

Zinédine Zidane já tinha ganho a Liga dos Campeões como futebolista em 2002, com o triunfo em Milão tornou-se apenas no sétimo homem a vencer dentro das quatro linhas e a partir do banco de suplentes.

Sergio Ramos foi eleito o melhor jogador em campo. Já na final de Lisboa tinha sido decisivo ao marcar no último minuto, com o golo no Giuseppe Meazza tornou-se apenas no quarto defesa a fazer o gosto ao pé em duas finais distintas.

Já Antoine Griezmann até fez um bom jogo mas tudo seria diferente se não tivesse desperdiçado um penálti a abrir o segundo tempo. Tornou-se apenas no quinto futebolista a falhar da marca dos onze metros no jogo mais importante do futebol europeu.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

tradução automática

tradução automática

tradução automática

Artigo seguinte