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EUA: Começam os preparativos para o funeral de Muhammad Ali em Louisville, Kentucky

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EUA: Começam os preparativos para o funeral de Muhammad Ali em Louisville, Kentucky

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Começaram os preparativos para o funeral do antigo pugilista dos Estados Unidos Muhammad Ali, que morreu num hospital em Phoenix, Arizona, aos 74 anos, vítima de um choque sético e depois de uma longa luta contra a doença de Parkinson, que lhe fora diagnosticada em 1984.

O funeral deverá ter lugar na cidade de Louisville, Estado do Kentucky, onde nasceu Ali, e deverá incluir uma procissão solene pelo centro da cidade até ao palácio dos desportos. Uma cerimónia aberta a todos, como era desejo do atleta.

Segundo Bob Gunnel, porta-voz de Muhammad Ali e próximo da família, “o funeral será um reflexo dos princípios dele e estará aberto a todos”.

No entanto, uma cerimónia privada, reservada aos familiares do pugilista, tem lugar quinta-feira (9), na véspera da homenagem pública.

“A extraordinária de Muhammad foi apenas metade da vida dele. A outra metade foi dedicada a espalhar uma mensagem de paz e de inclusão pelo mundo”, continuou Bob Gunnel.

Foram ainda revelados mais detalhes sobre a cerimónia, que deverá respeitar os costumes do Islão. Ali converteu-se ao islão sunita em 1975, depois de 11 anos ligado ao movimento religioso islâmico norte-americano Nation of Islam (Nação do Islão em inglês), muito popular entre os afrodescendentes nos EUA nos anos 60.

No Centro Muhammad Ali, em Louisville, as pessoas deixaram flores, fotografias e mensagens para o campeão. A bandeira da cidade encontra-se a meia haste. E, quando faltam seis dias para o funeral, as homenagens sucedem-se no Kentucky, em todos os Estados Unidos e em todo o mundo.

O antigo presidente Bill Clinton, em campanha para apoiar a candidatura da mulher às presidenciais de novembro de 2016, relembrou que, para além de pugilista, Muhammad Ali era também um homem de princípios:

“Opôs-se à guerra no Vietname. Tomou decisões e teve de viver com as consequências de as ter tomado. Nunca deixou de ser um cidadão dos Estados Unidos apesar de se ter transformado num cidadão do mundo e de ter inspirado gente em todo o mundo”, disse Bill Clinton.

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