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Rei da jordânia e Presidente da Turquia no funeral de Muhammad Ali

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Rei da jordânia e Presidente da Turquia no funeral de Muhammad Ali

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Louisville, nos Estados Unidos, está a preparar um adeus especial para Muhammad Ali, lenda do desporto mundial que morreu na semana passada e até as presenças do Rei Abdullah II, da Jordânia, do Presidente Erdogan, da Turquia, e do antigo presidente norte-americano Bill Clinton estão anunciadas. O corpo do pugilista chegou domingo à sua cidade natal.

Antes do funeral de sexta-feira, irá realizar-se quarta-feira um festival intitulado “I am Ali” (“Eu sou Ali”) composto por diversas expressões artísticas, atividades educativas e música ao vivo. A autarquia lançou entretanto uma nova página de internet, Alilouisville.com, com informação diversa, por exemplo, sobre a infância do pugilista, o museu, a carreira no boxe e o seu trabalho humanista.

“Era egoísta pensar que poderíamos tê-lo connosco para sempre, por isso é a obrigação de Louisville despedir-se de Muhammad Ali com a classe, a dignidade e o respeito que ele merece”, justificou Greg Fischer, o presidente da câmara de Louisville.

O funeral está marcado para sexta-feira. Será antecedido de uma cerimónia privada para a família e de um serviço religioso, de acordo com os princípios islâmicos abraçados por Muhammad Ali nos anos 60, e o desfile fúnebre pelas ruas de Louisville. O serviço religioso será liderado pelo imã Zaid Shakir e é aberto ao público, independentemente das crenças ou religiões.

“Muhammad Ali transcende qualquer comunidade. Era uma figura global, um gigante, por isso, entendo que todas as comunidades, todas as nações, devem ter oportunidade de participar neste derradeiro episódio”, explicou Zaid Shakir.

Nasceu e cresceu Cassius Clay. Com esse nome tornou-se famoso ao conquistar o título mundial de pesos pesados com apenas 22 anos. Converteu-se ao Islão nos anos 60 e mudou o nome para Muhammad Ali.

Continuou a colecionar êxitos desportivos até se tornar uma lenda mundial. Pelo meio, assumiu também a luta pelos direitos cívis e contra racismo, inspirado pelo amigo Malcolm X. Muhammad Ali morreu a 3 de junho, vítima de doença e após anos de luta contra a Parkinson. Tinha 74 anos.

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