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EUA:As duas caras de Donald Trump

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EUA:As duas caras de Donald Trump

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Em Washington, Donald Trump, candidato republicano à
presidência dos Estados Unidos, proferiu um discurso de harmonia étnica durante uma conferência evangélica cristã.

Em vez do costumeiro improviso, Trump leu um texto preparado como parte de um novo esforço para suavizar a retórica dura e direta a que habituou o eleitorado.

“A liberdade de qualquer tipo significa que ninguém deve ser julgado pela sua raça ou cor da pele e não deve ser julgado dessa forma. E, agora temos uma nação muita dividida. Juntos vamos unir a nação”.

Trump não mencionou a polémica sobre a sua acusação de que o juiz Gonzalo Curiel não poderia ser imparcial no caso de corrupção na dissolvida Universidade Trump, por causa das suas origens mexicanas.

Numa reunião, mais tarde, em Richmond, o mesmo Trump regressa ao estilo primário do insulto, método que alimenta a polémica desde que entrou na corrida presidencial. Referindo-se à Senadora Elizabeth Warren: “Sabem a Pocahontas – estou a fazer um serviço à Pocahontas – é tão injusto … Elizabeth Warren é uma das piores senadora do Senado dos Estados Unidos. Ela não não fez praticamente nada, praticamente nada sugeriu”.

Elizabeth Warren, senadora pelo Massachusetts, é uma figura popular junto da ala mais progressista do Partido Democrata, de Clinton. Warren afirmou estar disponível para ser a “número dois” de Hillary Clinton na candidatura à presidência dos Estados Unidos cuja nomeação deverá ser em Novembro na convenção do partido, que se realiza entre 25 e 28 de Julho.

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