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Massacre de Orlando: Pais e amigos procuram vítimas

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Massacre de Orlando: Pais e amigos procuram vítimas

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Depois do massacre na discoteca LGBT Pulse, em Orlando, Florida, nos Estados Unidos, na madrugada de domingo, muitos pais e amigos das vítimas continuavam sem saber do paradeiro de dezenas de pessoas que tinham decidido ir à “noite latina” organizada para aquela noite.

O massacre, levado a cabo com uma arma de assalto pelo norte-americano de origem afegã de 29 anos, Omar Mateen, deixou pelo menos 50 vítimas, algumas das quais morreram já num hospital da região, enquanto outras se encontravam nos cuidados intensivos.

Uma mulher disse à agência Reuters que se encontrava muito preocupada por não saber onde se encontrava o seu filho, dentro da discoteca no momento em que começou o ataque.

“O meu filho estava na discoteca com o namorado dele e com outros amigos. Sei que o namorado foi alvejado várias vezes e que se encontra no hospital, nas urgências. Mas não sei nada do meu filho. E ninguém sabe dizer-me onde se encontra,” disse Natalie Murry.

Outra mulher, não identificada pela Reuters, contou que a filha lhe telefonou aos gritos da discoteca Pulse a contar que tinha sido atingida num braço.

“Não sei de mais nada,” disse aos jornalistas.

Entretanto, sucedem-se as várias homenagens às vítimas do massacre pelo país.

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