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Massacre de Orlando: Reações na rua, reações da elite

Depois do massacre, os políticos e os líderes religiosos dos Estados Unidos quiseram juntar-se às ruas e expressar a sua solidariedade.

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Massacre de Orlando: Reações na rua, reações da elite

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O massacre de Orlando na discoteca Pulse fica também marcado pelas condenações feitas por parte de vários líderes políticos e religiosos do país. Foi o caso do líder do Conselho para as Relações americano-muçulmanas, Nihad Awad, para quem a tolerância para com os extremismos é algo que não pode existir.

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"Não deveriamos vender, neste país, armas automáticas."

Bernie Sanders Partido Democrata

“Isto foi pura e simplesmente um crime de ódio. Condenamo-lo de forma inequívoca. Viola os nossos princípios como Americanos e como Muçulmanos. Quero ser claro ao dizer que não toleramos qualquer tipo de extremismo,” disse Nawad aos jornalistas.

Hillary Clinton, a provável candidata do Partido Democrata às eleições presidenciais foi das primeiras figuras políticas do país a reagir. Clinton deixou vários comentários na rede social Twitter, apoiando a comunidade gay dos Estados Unidos. Disse também que “é necessário manter armas como as que foram usadas no atentado longe das mãos dos terroristas e de outros criminosos violentos.”

Também no Twitter, o provável candidato Republicano Donald Trump disse que o massacre de orlando era uma razão para que o presidente Obama deixasse o cargo. Perguntou ainda ao presidente dos Estados Unidos se este iria finalmente utilizar as palavras “terrorista radical islâmico.”

Já Bernie Sanders criticou o posicionamento dos Estados Unidos relativamente às leis de venda e porte de armas.

“Há mais de 25 anos que acredito que não deveríamos vender neste país armas automáticas concebidas para matar pessoas,” disse Sanders, em entrevista a uma rede de televisão norte-americana.