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Microsoft compra LinkedIn por 23,3 mil milhões de euros

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De  Patricia Cardoso  com REUTERS, LUSA
Microsoft compra LinkedIn por 23,3 mil milhões de euros

<p>A Microsoft compra a rede social LinkedIn. A operação, que deverá estar concluída até ao final do ano, ascende a 26,2 mil milhões de dólares, o equivalente a 23,2 mil milhões de euros.</p> <p>O acordo foi anunciado pela Microsoft, que vai assim combinar os serviços de “cloud” e de correio eletrónico com uma rede social dedicada aos profissionais. </p> <p>Por cada ação do LinkedIn, a Microsoft vai pagar 196 dólares. É um dos maiores negócios de sempre no setor tecnológico. </p> <p>Com o anúncio, os títulos da rede social subiram quase 50 por cento.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Microsoft is spending $26 billion to put LinkedIn in your office software <a href="https://t.co/ji9PZSgkqn">https://t.co/ji9PZSgkqn</a></p>— <span class="caps">VICE</span> News (@vicenews) <a href="https://twitter.com/vicenews/status/742359237104414720">13 de junho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Big risky bet or carefully calculated move? <a href="https://twitter.com/LinkedIn"><code>LinkedIn</a> deal is largest for <a href="https://twitter.com/Microsoft"></code>Microsoft</a> <span class="caps">CEO</span> <a href="https://twitter.com/satyanadella"><code>satyanadella</a> since he took the helm in 2014</p>&mdash; Leisha Chi (</code>BBCLeishaChi) <a href="https://twitter.com/BBCLeishaChi/status/742349410093268992">13 de junho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Jeff Weiner vai manter-se como presidente executivo do LinkedIn. </p> <p>A rede social tem 433 milhões de utilizadores. No primeiro trimestre, as <a href="https://press.linkedin.com/site-resources/news-releases/2016/linkedin-announces-first-quarter-2016-results">receitas subirem 35% em termos anuais, e os prejuízos aumentaram também</a>.</p>