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Roma pode ter uma romana ao comando: italianos votam nas municipais hoje

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De  Euronews
Roma pode ter uma romana ao comando: italianos votam nas municipais hoje

<p>Há eleições municipais em Itália, das 7 às 11 da noite, depois de a primeira volta não ter conseguido os mais de 50% necessários à vitória dos candidatos.</p> <p>Roma, Milão, Turim, Nápoles, Bolonha e Trieste, com mais de 120 outras cidades, têm urnas de voto à espera de 8 milhões e 600 mil votantes.</p> <p>Os resultados causam ansiedade ao Partido Democrata (PD) de Matteo Renzi, o primeiro-ministro. </p> <p><a href="http://elpais.com/elpais/2015/08/27/eps/1440674623_847320.html">Roma, centro financeiro</a>, e o resto do país, vão saber como fica a segunda volta a que foram obrigados os italianos depois da primeira, a 5 de junho. </p> <p><a href="http://internacional.elpais.com/internacional/2016/06/11/actualidad/1465644707_649769.html">Virginia Raggi</a>, política por maternidade e cidadania, quer ser a primeira mulher a vencer em Roma, <a href="http://internacional.elpais.com/internacional/2016/06/06/actualidad/1465207069_445438.html">o trampolim óbvio para o governo nacional</a>. O seu Movimento 5 Estrelas (M5S) é quase dado como adquirido à frente da cidade, <a href="http://internacional.elpais.com/internacional/2015/10/08/actualidad/1444332282_833971.html">sem presidente desde o outono, quando Ignazio Marino se demitiu</a>. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">No comments <a href="https://twitter.com/hashtag/m5s?src=hash">#m5s</a><a href="https://twitter.com/virginiaraggi"><code>virginiaraggi</a> <a href="https://t.co/SS3frI5nrH">https://t.co/SS3frI5nrH</a></p>&mdash; Salvo Di Betta (</code>SalvoDiBetta) <a href="https://twitter.com/SalvoDiBetta/status/744394196438638596">June 19, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Virginia (35% dos votos na primeira volta) pode travar Roberto Giachetti (24,9%) e pôr fim a quase 40 anos de Partido Democrático na capital. Uma distância difícil de cobrir, especialmente depois do apoio da Liga Norte ao M5S.</p> <p>As cidades são uma oportunidade para o M5S consolidar o peso político e a conquista de Roma, que se dá como certa, fez Matteo Renzi sublimar a importância das municipais, mas, <a href="http://internacional.elpais.com/internacional/2016/06/05/actualidad/1465119691_686813.html">ao mesmo tempo que o terreno foge ao Partido Democrata</a>, assegura que “nada está perdido”: as segundas voltas podem ser surpresas.</p> <p>A primeira volta destas eleições foi um certificado de fracasso para o partido de Berlusconi, Forza Italia, ao mesmo tempo que a Liga Norte vai ocupando o setor conservador um pouco por todo o país.</p> <p>Uma vitória em Milão poderia assinalar a diferença: Giuseppe Sala, candidato de Renzi (41,5% primeira volta), tem Stefano Parisi (40,77%, apoiado pela Liga Norte), de centro direita, à canela. Os escândalos da Expo 2015 de que Sala foi comissário podem fazer diferença.</p> <p>Mais um duelo M5S e PD decorre em Turim, onde a candidata das estrelas chegou aos 30,88% na primeira volta, mas com uns difíceis mais de dez pontos percentuais para conquistar ao candidato progressista que se prevê reeleito (41,9% primeira volta).</p> <p>Nápoles parece reeleger o candidato eleito por uma lista de movimentos cívicos contra a centro direita.</p> <p>Bolonha, um dos bastiões da esquerda, surpreendeu na primeira volta com a candidata apoiada pela Liga Norte a somar 22,2%. Os 39,5% do candidato do PD devem, contudo, para suster o imprevisto avanço de direita.</p> <p>Nápoles parece reeleger o candidato eleito por listas cívicas (Luigi De Magistris teve 42% na primeira volta) face à centro-direita (24%, resultado de Alberto Lettieri).</p> <p>Resultados, só segunda-feira de manhã.</p>