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Bancos Centrais têm os olhos postos no Reino Unido

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Bancos Centrais têm os olhos postos no Reino Unido

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O Banco Central Europeu (BCE) está pronto a reagir “a todas as eventualidades”, qualquer que seja a escolha dos eleitores britânicos na próxima quinta-feira.

Na Comissão de Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu, Mario Draghi afirmou que a retoma da zona euro ganhou força no início de ano, mas há vários riscos.

O presidente do BCE explicou que a instituição está pronta para “todas as contingências” do referendo no Reino Unido, mas reconhece que é difícil prever o impacto de eventual “Brexit” para os mercados e a economia da zona euro. Draghi adiantou: “Há extensas consultas entre todos os bancos centrais do Mundo e o Fundo Monetário Internacional. Mas não há planos ou algo semelhante, não há compromissos”.

Para Janet Yellen, presidente da Reserva Federal norte-americana, o abrandamento da China e o eventual “Brexit” são os grandes riscos que pesam atualmente sobre a primeira economia mundial.

Face ao Senado, a presidente da FED adiantou: “Um evento que pode mudar a confiança dos investidores é o próximo referendo no Reino Unido. A votação britânica sobre a saída da União Europeia pode ter repercussões significativas. Estamos a acompanhar de perto os desenvolvimentos económicos e financeiros mundiais e as suas implicações para a economia nacional, o mercado do trabalho e a inflação”.

Nas reuniões da semana passada, a FED, o Banco do Japão e o banco central da Suíça decidiram manter inalteradas as políticas monetárias, à espera dos resultados do referendo britânico.

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