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Euro 2016: Os Ases e os azelhas

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Euro 2016: Os Ases e os azelhas

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Chegou ao fim a fase de grupos e enquanto esperamos pelo início dos oitavos-de-final, no sábado, mostramos-lhe os destaques dos primeiros 13 dias de competição.

Dentro das quatro linhas, ninguém brilhou tanto como Gareth Bale. O atacante fez o gosto ao pé em cada um dos três jogos do País de Gales e por enquanto é o melhor marcador da competição, com três golos.

Um número que ainda pode aumentar, uma vez que a equipa galesa tem sido uma das surpresas da competição e venceu o grupo B com duas vitórias em três jogos. Os novatos têm dado cartas e entre as cinco equipas que se estrearam, só a Albânia ficou pelo caminho.

A Islândia ainda nem sequer conheceu o sabor da derrota e garantiu um lugar entre as 16 melhores equipas com uma vitória e dois empates, irá agora medir forças com a poderosa Inglaterra.

A Eslováquia entrou com o pé esquerdo ao perder com o País de Gales mas soube dar a volta, vencendo a Rússia e impondo um nulo à Inglaterra. Nos oitavos não terá tarefa nada fácil frente à Alemanha, que ainda assim sentiu dificuldades para conquistar os três pontos frente à Irlanda do Norte.

A equipa de Michael O’Neill impressiona pela capacidade de luta e uma vitória frente à Ucrânia foi quanto bastou para seguir em frente na competição. Segue-se o País de Gales.

Os flops

Mas por cada top que se preze, há um flop à espreita. Vamos descobrir as grandes desilusões do Euro 2016 até ao momento.

A Rússia acolhe o Campeonato do Mundo dentro de dois anos mas em termos futebolísticos, está longe de estar preparada. Apresentou uma das equipas mais velhas do torneio e o único ponto conquistado caiu do céu, com um golo no último minuto frente à Inglaterra.

Ainda pior, no entanto, fez a Ucrânia, a única equipa a despedir-se dos relvados franceses sem um único golo marcado. Sem surpresa, os ucranianos terminaram na última posição do seu grupo com zero pontos.

Já Portugal, era o claro favorito no seu grupo mas não conseguiu vencer um único encontro e acabou a festejar um empate frente à Hungria. A equipa de Fernando Santos tornou-se na primeira a passar à segunda fase sem vitórias na história do Europeu.

E se Cristiano Ronaldo ainda deu um ar da sua graça no último jogo, Zlatan Ibrahimović nem por isso. O sueco não conseguiu fazer o gosto ao pé e despediu-se sem glória do torneio e da seleção.

Na Suíça, quem esteve pior até foi o fornecedor de equipamentos. As camisolas rasgadas foram uma constante e levaram a um lamento original de Xherdan Shaqiri, “ainda bem que não fabricam preservativos”.

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