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Legislativas Espanha: PP vence eleições mas não resolve impasse político

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Legislativas Espanha: PP vence eleições mas não resolve impasse político

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O Partido Popular venceu as eleições em Espanha mas voltou a não conquistar a maioria, tal como aconteceu em dezembro do ano passado. Conquistou 137 lugares no Congresso, mais 14 que na última votação.
No discurso de vitória, o líder do PP, Mariano Rajoy sublinhou que vai ter de falar com todos, mas que o único objetivo é defender 100% dos espanhóis.

Interrompido diversas vezes ao som de “sí se puede” e “que viva España”, Mariano Rajoy assumiu-se como grande vencedor destas eleições e por isso “reclamamos o direito a governar e reclamamos também o direito a ser úteis a todo o povo espanhol: em quem votou em nós e a quem não votou.”

Logo após o encerramento das urnas, as projeções apontavam para uma grande derrota dos socialistas, mas com o decorrer das contagens, o PSOE de Pedro Sanchez mostrou que afinal se mantém como segunda força política, mas perdeu cinco deputados.
A coligação Unidos Podemos, de Esquerda ficou em terceiro lugar, a baixo do esperado. O Ciudadanos, partido de centro, também perdeu espaço, perdeu 8 deputados em comparação com as eleições de dezembro.

O líder socialista, Pedro Sanchez, no discurso final, sem direito a perguntas, não fez referência a qualquer coligação e às negociações que vão voltar a existir. Deixou apenas um recado ao líder do Podemos: diz que é o momento de Pablo Iglesas refletir sobre este resultado eleitoral.

O grande derrotado da noite foi então Pablo Inglesias. O líder do Podemos, afirmou os resultados das eleições legislativas “não são satisfatórios”, mas o Podemos consolidou-se como um bloco “decisivo”. Além disso, Iglesias garantiu que “não descarta nenhum cenário” pós-eleitoral.

Do lado do Ciudadanos, o líder Albert Rivera reconheceu a derrota e anunciou ainda que vai dialogar com o PP e com o PSOE para a formação de governo, se a prioridade não for quem ocupa os cargos.

Ou seja, em Espanha continua tudo em aberto, os cenários de coligação são tão difíceis de concretizar como há seis meses e há quem já aposte em novas eleições dentro de alguns meses.

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