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Matar ou morrer: Controverso presidente das Filipinas presta juramento

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Matar ou morrer: Controverso presidente das Filipinas presta juramento

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O novo chefe de Estado das Filipinas, que tem a cabeça a prémio, prestou juramento.

No início do mês o novo chefe da polícia, Ronald Dela Rosa, escolhido pelo Presidente, tinha afirmado que já ofereceram 50 milhões de pesos, quase um milhão de euros, a quem assassinasse Rodrigo Duterte.

Rodrigo Duterte declarou guerra aos delinquentes e traficantes e ofereceu recompensas monetárias a quem matasse os barões da droga:

“Sei que há quem não aprove os meus métodos de luta contra a criminalidade, o tráfico e o consumo de drogas ilegais e a corrupção, dizem que os meus métodos são pouco ortodoxos e no limite entre o legal e o ilegal”, afirmou Duterte.

Mas a controvérsia em torno deste advogado de 71, agora presidente, vai muito mais além desta questão. Ele é acusado, por defensores dos direitos humanos, de estar por detrás dos esquadrões da morte, em Davao, onde era presidente de câmara, que mataram mais de 1.000 pessoas.

Rodrigo Duterte defende a pena de morte, abolida no país em 2006.

O discurso integral, em inglês, do novo Presidente

O Presidente com a família

O Retrato para a posteridade, no palácio presidencial

Rodrigo Duterte com o seu antecessor, Noynoy Aquino

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