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EUA abrandam retirada do Afeganistão

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EUA abrandam retirada do Afeganistão

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Barack Obama volta a abrandar o ritmo da retirada do Afeganistão. O presidente dos Estados Unidos anunciou a manutenção de 8400 soldados norte-americanos até 2017, justificando a decisão pela ameaça continuada dos talibãs e outros grupos terroristas, como o Estado Islâmico, face a forças afegãs que “ainda não são tão fortes quanto deveriam”.

Antes estava prevista uma redução para 5500 soldados até ao início do próximo ano.

Obama afirmou que “como presidente e chefe das Forças Armadas” deixou claro que não permitirá “que o Afeganistão seja usado como porto seguro por terroristas, com a intenção de voltar a atacar” os Estados Unidos. “As missões continuam focadas no apoio às forças afegãs e na perseguição de terroristas”.

O presidente afegão felicitou o anúncio, que classificou de prova da força da parceria entre os Estados Unidos e o seu país para vencer um “inimigo comum” e “reforçar a estabilidade regional”.

Se, por um lado, a intervenção militar lançada depois do 11 de setembro de 2001 foi oficialmente dada como terminada por Washington em 2014, por outro Obama já foi obrigado, por várias vezes, a reajustar o calendário da retirada.

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