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FBI iliba Hilary Clinton no "emailgate"

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FBI iliba Hilary Clinton no "emailgate"

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Não foi por acaso que Barak Obama escolheu o dia de ontem para entrar na campanha na defesa de Hilary Clinton, que esperava esta ajuda há vários meses. Ontem foi o dia em que foi concluído o inquérito do FBI sobre o caso que ficou conhecido como o “emailgate”. O diretor da agência americana, James Corney, anunciou que não há fundamento para uma queixa crime

“Há provas de que foram muito cuidadosos no tratamento de informação secreta e muito sensível… Retornando à nossa investigação no que respeita a má utilisação ou remoção de informação secreta, não encontrámos nada que possa ser passível de um processo criminal”.

Do grupo de 30.000 emails devolvidos ao Departamento de Estado, 110, em 52 cadeias de trocas de emails continham informações consideradas confidenciais, no momento do envio. Oito dessas cadeias continham informações Top Secret – altamente secretas-; 36 trocas de emails continham informação secreta na altura e oito continham informações confidenciais.

Segundo as conclusões do inquérito, Hilary Clinton terá sido negligente mas não culpada. Mas não foi preciso mais do que a suspeita para embalar Donald Trump, que se serviu largamente do caso nos últimos meses de campanha. O candidato republicano reagiu também protamente ao anúncio do FBI

“Ela enviou uma enorme quantidade de informação confidencial, informação altamente secreta. E é nisto que eles dizem que foi muito cuidadosa. Francamente, minha gente, eu diria, grosseiramente incompetente. Ela será uma presidente torpe”.

O escândalo dos emails tornou-se público em março de 2015. O caso remonta ao tempo em que a candidata democrata à presidência dos Estados Unidos foi secretária de Estado, entre 2009 e 2013, o primeiro mandato de Barak Obama.

Entre os emails de que se fala existiam trocas de informações sobre a crise em Benghazi, na Líbia, durante a qual três americanos perderam a vida. Uma gestão de crise muito criticada pelo campo republicano.

Para, já Hilary Clinton respira de alívio. Venceu o último obstáculo na candidatura à Casa Branca.

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