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Obama confiante no impacto limitado do Brexit

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Obama confiante no impacto limitado do Brexit

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A saída do Reino Unido dos 28 representa um desafio, mas não vai afetar os esforços na luta contra o terrorismo ou o aquecimento global.

Palavras de Barack Obama no encontro entre líderes da União Europeia e dos Estados Unidos, à margem da cimeira da NATO, em Varsóvia.

“Os dois lados do Atlântico precisam de lidar com as frustrações económicas, as ansiedades e os sentimentos das pessoas que com certeza contribuíram para o voto no Brexit. Medos que estão a ser esquecidos pela globalização e pela integração económica. Os nossos governos e a União Europeia não podem ser instituições remotas. Têm de ser proativas e avançar sem o peso da burocracia para que o progresso económico seja uma realidade para a população” afirma Barack Obama.

O Presidente da Comissão Europeia já fez saber que as negociações para a saída do Reino Unido dos 28 só começam depois de ativado o artigo 50 do Tratado de Lisboa, que regula a saída de um Estado-membro.

“Temos de entrar em negociações e eu não estou a fazer isso, como dizer, de modo hostil. Penso que, mesmo após o referendo, a União Europeia e o Reino Unido partilham um conjunto de interesses, não apenas na defesa e no setor militar, mas em todos os setores relevantes” sublinha Jean-Claude Juncker.

A começar pelo comercial. Europeus e norte-americanos não escondem o desejo de manter “relações próximas” com os britânicos e vice-versa.

Na NATO fica tudo como estava. O Reino Unido garante que o compromisso com a Aliança Atlântica se mantém inalterado.

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