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Síria: Opositores prometem resistir às forças do regime

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Síria: Opositores prometem resistir às forças do regime

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As forças rebeldes da Síria afirmam que têm mantimentos suficientes, em Aleppo, para resistiram durante meses ao cerco das forças governamentais.

Os insurgentes atacaram posições do exército sírio que, na semana passada, apoiado pela Força Aérea russa e pelo Hezbollah, do Líbano, cortou uma estrada fundamental que dá acesso ao bastião dos opositores.

A cidade alberga mais de 250 mil pessoas e fontes oficiais afirmam que os bens de primeira necessidade escasseiam.

As forças leais a Damasco anunciaram que vão prolongar o cessar-fogo, extensivo a todo o país, por mais 72 horas.

Para o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Marc Ayrault, de visita ao Líbano, a solução para o conflito na Síria, será política e não militar.

“É uma situação de emergência absoluta. Este cessar-fogo tem de acontecer para que o enviado especial das Nações Unidas para a Síria, o senhor de Mistura, possa fazer o seu trabalho. Hoje ele não o consegue fazer. O nosso objetivo é claro, não haverá uma solução militar na Síria, só pode haver uma solução política. Temos de reforçar a nossa cooperação com todos aqueles que podem contribuir para isso”, afirmou o chefe da diplomacia francesa.

Apesar da trégua anunciada, pelo menos 3 pessoas morreram, na segunda-feira, em Ahsem, na província de Idlib, durante os bombardeamentos das forças governamentais, que atingiram um hospital.

O conflito que opõe rebeldes e as forças leais a Bashar al-Assad teve início há mais de seis anos. As forças governamentais controlam a maioria do território, sendo as cidades de Aleppo e Idlib, os principais bastiões dos insurgentes.

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