Última hora

Em leitura:

Theresa May já mora em Downing Street

mundo

Theresa May já mora em Downing Street

Publicidade

A nova líder do partido Conservador britânico, Theresa May, foi hoje nomeada primeira-ministra pela rainha Isabel II, após David Cameron ter formalizado o pedido de demissão à rainha Isabel II.

Theresa May, que ocupava o cargo de ministra da Administração Interna no gabinete de Cameron, foi indigitada numa cerimónia de cerca de 30 minutos pela raínha, no palácio de Buckingham.

No seu primeiro discurso no cargo, já diante da residência oficial, no número 10 de Downing Street em Londres, May disse que o seu governo vai forjar um novo lugar para o país na arena internacional, depois do Brexit, combater as injustiças e melhorar as hipóteses de quem está em desvantagem na sociedade:

“Sua Majestade a Rainha pediu-me para formar um novo governo. Vivemos um momento importante na história do nosso país. Após o referendo enfrentamos um período de grande mudança nacional. Sei que estamos à altura do desafio porque somos a Grã-Bretanha. Deixando a União Europeia, vamos forjar um caminho positivo para nós na arena mundial e vamos fazer da Grã-Bretanha um país que não serve o privilégio de uma minoria, mas o bem de todos. Esta será a missão do governo que vou dirigir e juntos vamos construir uma Grã-Bretanha melhor”, afirmou.

May tornou-se na candidata consensual para ultrapassar a divisão no Partido Conservador na sequência da campanha do Brexit.

A nova chefe do governo britânico é a segunda mulher da história britânica a assumir o cargo e a 13.ª do reinado de Isabel II.

May disse depois do referendo que se fosse nomeada para chefiar o governo não acionaria o artigo 50 do Tratado de Lisboa antes de janeiro, apesar da pressão de Bruxelas no sentido de um arranque rápido do processo de saída da UE.

O diário The Independent revelou esta quarta-feira que marido da nova chefe de governo, Philip John May é um alto quadro do Capital Group, um fundo de investimento que gere activos de 1,4 biliões de dólares e que recolhe lucros graças a empresas que fogem aos impostos, como a Starbucks e a Amazon.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

Artigo seguinte

mundo