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Críticas na Europa à nomeação de Boris Johnson

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Críticas na Europa à nomeação de Boris Johnson

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Mais ou menos diplomáticas, o que é certo é que a nomeação de Boris Johnson – figura central do “Brexit” – como ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido motivou um vasto rol de reações na Europa e no resto do mundo.

O chefe da diplomacia francês não hesitou em chamar “mentiroso” ao antigo presidente da Câmara de Londres:
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“Sabemos perfeitamente qual é o seu estilo, o seu método. Durante a campanha ele mentiu bastante ao povo britânico e agora é ele que está encostado contra a parede, para defender o seu país, e precisa de clarificar a relação [da Grã Breatanha] com a Europa.”

Poucas horas antes da nomeação, o homólogo germânico, Frank Walter-Steinmeier acusava implicitamente Johnson de “não assumir as suas responsabilidades” depois do voto a favor do “Brexit”, o que deixa antever algumas tensões nas relações com a Alemanha.

Mais cordial, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, frisou que a relação entre os dois países continuará a ser “essencial” e apelou a uma condução “delicada e comedida do processo do Brexit”. Já o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, disse temer um “círculo vicioso perigoso” para a Europa.

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