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FMI revê crescimento económico global em baixa e cita Portugal entre os problemas

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De  Francisco Marques  com LUSA
FMI revê crescimento económico global em baixa e cita Portugal entre os problemas

<p>O Fundo Monetário Internacional (<span class="caps">FMI</span>) coloca a banca portuguesa e a italiana como parte dos enormes riscos que se colocam à economia mundial até final do próximo ano. A revisão em baixa das estimativas globais revelada esta terça-feira pelo <span class="caps">FMI</span> é, contudo, justificada, sobretudo, pelo impacto da entretanto referendada e aprovada saída do Reino Unido da União Europeia.</p> <p>Fixando-se, sobretudo, no Reino Unido, o <span class="caps">FMI</span> reduziu em quase um ponto o crescimento económico britânico em 2017, estimando-o em 1,3 por cento. “Até 22 de junho estávamos preparados para melhorar um pouco as nossas projeções de crescimento para 2016-2017. Mas o ‘Brexit’ veio atrapalhar tudo”, lamentou Maurice Obstfeld, consultor económico e diretor do departamento de investigação do <span class="caps">FMI</span>.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="es" dir="ltr">El brexit aumenta la incertidumbre: Posibles escenarios “a la baja” y “severo” <a href="https://twitter.com/hashtag/WEO?src=hash">#WEO</a> <a href="https://t.co/FYDKFpSbvo">https://t.co/FYDKFpSbvo</a> <a href="https://t.co/sIjZXyCzwx">pic.twitter.com/sIjZXyCzwx</a></p>— <span class="caps">FMI</span> (@FMInoticias) <a href="https://twitter.com/FMInoticias/status/755400052361793536">19 de julho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>A saída do Reino Unido da União europeia ainda não é, de facto efetiva, falta acionar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, mas os impactos já se fazem sentir e não só ao nível britânico. Embora o <span class="caps">FMI</span> reveja ligeiramente em alta a progressão deste ano da zona euro, a estimativa do próximo ano é duas décimas mais baixa que o previsto antes.</p> <p>“É importante perceber que os efeitos reais do ‘Brexit’ vão ter uma influência gradual nos próximos tempos – talvez mesmo durante muitos meses —, agregando elementos de incerteza económica e política que terão de ser resolvidos por um longo período”, avisou Maurice Obstfeld.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="pt" dir="ltr"><span class="caps">FMI</span> cita Portugal e Itália como riscos globais por causa da banca <a href="https://t.co/yAckijNhN6">https://t.co/yAckijNhN6</a> <a href="https://t.co/pIgEPYDoE3">pic.twitter.com/pIgEPYDoE3</a></p>— Jornal de Notícias (@JornalNoticias) <a href="https://twitter.com/JornalNoticias/status/755396670645374976">19 de julho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O Brasil, por fim, terá aparentemente batido no fundo. Nas estimativas do <span class="caps">FMI</span>, a recessão este ano será um pouco meio ponto mais ligeira que o estimado anteriormente e deverá situar-se nos 3,3 por cento (a anterior previsões era de 3,8 por cento). No próximo ano, a organização liderada pela francesa Christine Lagarde estima que a economia brasileira retomar o crescimento positivo já no próximo ano. </p> <p>“A confiança dos consumidores e empresários parece ter já batido no fundo no Brasil, e a recessão do <span class="caps">PIB</span> no primeiro trimestre foi mais leve que a antecipada”, lê-se na atualização ao “World Economic Outlook”, publicada esta terça-feira pelo <span class="caps">FMI</span>.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">Growth gains in emerging markets matched by losses in low-income economies. Global growth forecast by region <a href="https://twitter.com/hashtag/WEO?src=hash">#WEO</a> <a href="https://t.co/zU78D5A43v">pic.twitter.com/zU78D5A43v</a></p>— <span class="caps">IMF</span> (@IMFNews) <a href="https://twitter.com/IMFNews/status/755404958866997248">19 de julho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>