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Pena de morte: AI denuncia os quatro "carrascos" de 2015

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Pena de morte: AI denuncia os quatro "carrascos" de 2015

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A pena de morte está em retrocesso a nível global, embora o número de execuções em 2015 tenha sido o mais alto dos últimos 25 anos.

A Amnistia Internacional apresentou esta quarta-feira o seu relatório anual sobre a pena de morte.

A organização contabilizou 1,634 execuções, a maioria das quais concentradas em apenas três países, todos no Médio Oriente.

Segundo, Audrey Gaughran, responsável pelo estudo, “o aumento dramático do número de execuções registado no ano passado é devido ao aumento das execuções em apenas três países, Irão, Paquistão e Arábia Saudita. Estes três países concentram 90% de todas as execuções registadas em 2015, uma vez mais, excluindo a China”.

A China volta a ser apontada pela organização como “o maior carrasco mundial”, quando Pequim continua a encobrir o número de execuçôes no país, que rondará os milhares.

As autoridades chinesas rejeitaram hoje comentar o que consideram ser, as “informações enviesadas da Amnistia Internacional”.

A organização sublinha, no entanto, que o número de condenações à morte encontra-se em queda, de 2.466 em 55 países, em 2014, a 1998 em 61 países, no ano passado.

Depois da China, o Irão lidera a lista dos regimes mais mortíferos, com 977 execuçoes, seguido do Paquistão (326) e a Arábia Saudita (158).

O mapa da pena de morte no mundo:

As autoridades paquistanesas que tinham posto fim a uma moratória à pena de morte em 2008, não hesitaram em aumentar o número, esta quarta-feira, ao executarem mais três pessoas, por enforcamento.

Quatro países somaram-se o ano passado à lista de 102 nações que aboliram a pena de morte (140 incluíndo os que o fizeram de forma oficiosa), a República do Congo, as ilhas Fiji, Madagascar e o Suriname.

Pena de morte na Europa por país e data da última execução)

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