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Militares turcos que fugiram para a Grécia condenados a dois meses de prisão

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Militares turcos que fugiram para a Grécia condenados a dois meses de prisão

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Os oito militares turcos que fugiram para a Grécia na noite da intentona foram condenados a dois meses de prisão, com pena suspensa. Os réus eram acusados de entrarem ilegalmente no país, um crime punido com uma pena máxima de cinco anos seguida de expulsão, e de não submeterem um plano de voo às autoridades aeroportuárias, o que pode valer até seis meses de cárcere. O tribunal da cidade de Alexandroupolis, onde o helicóptero com os foragidos aterrou, perto da fronteira com a Turquia, decidiu, no entanto, que os réus vão permanecer num centro de retenção até ser analisado o pedido de asilo, o que deverá ser feito até ao início de agosto.

Esta é uma situação delicada para Atenas. O embaixador turco na capital grega afirmou na terça-feira que se os foragidos não lhes fossem entregues as relações entre os dois países seriam afetadas.

Os seis oficiais e os dois sargentos afirmam que não participaram na tentativa de golpe de Estado. Os réus alegam terem sido alvejados pela polícia o que os levou a fugir. Na noite da revolta o governo helénico foi um dos primeiros a manifestar apoio ao “governo democraticamente eleito” da Turquia e Ancara ainda não submeteu um pedido de extradição oficial.

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