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Reino Unido "namora" China e FMI alerta para maior clareza no "Brexit"

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Reino Unido "namora" China e FMI alerta para maior clareza no "Brexit"

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O ministro das Finanças do Reino Unido prefere esperar pelo outono para ter mais dados mas deixa no ar poder vir a acontecer uma inversão na política monetária seguida pelo Banco de Inglaterra face ao impacto que a saída do Reino Unido da União Europeia — embora ainda não efetiva — já começa a ter na economia britânica.

(Philip Hammond está na China para promover o Reino Unido como um dos melhores locais do Mundo para se investir.)

Já a tentar precaver o futuro, Philip Hammond antecipou a chegada à China para a cimeira deste fim de semana do G20 em Chengdu e esta sexta-feira foi recebido em Pequim pelo vice-primeiro ministro chinês Ma Kai, com quem o novo homem forte do Tesouro britânico disse esperar vir a ter uma excelente relação tal como George Osborne, o seu antecessor.

Também já em Pequim está a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), para participar no G20, mas também numa “mesa redonda 1+6”, na qual também se sentará o primeiro-ministro Li Kekiang pela anfitriã China; o Banco Mundial; a Organização Mundial do Comércio (OMC); a Organização Internacional do Trabalho (OIT); a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE); e o Conselho de Estabilidade Financeira, liderado, curiosamente, por Mark Carney, também Governador do Banco de Inglaterra.

No dia em que viu a justiça francesa confirmar que terá de se apresentar em tribunal por um suposto caso de negligência datado de 2008, quando ainda era ministra das Finanças de França, Christine Lagarde fintou essa notícia, focou-se na economia e disse que a “primeira e imediata recomendação do FMI é para que a incerteza em redor dos termos de execução do ‘Brexit’ seja removida tão rápido quanto possível.”

(Reação à decisão judicial em França:
A administração do FMI mantém a confiança em christine Lagarde.)

O FMI reviu esta semana em baixa as previsões de crescimento económico global para este e para o próximo ano por causa do “Brexit” em menos uma décima e com um impacto ainda mais negativo de quase um por cento (0,9) em 2017, no caso britânico, por causa da saída da União Europeia.

O setor dos serviços, em particular, foi já muito afetado no Reino Unido após o resultado do referendo de 22 de junho. Muitas encomendas foram canceladas ou adiadas e a procura pelo mercado britânico está a diminuir face à incerteza e à necessidade de precaver alternativas caso a relação entre Londres e Bruxelas se deteriore em termos comerciais.

O novo executivo liderado por Theresa May procura reassegurar os investidores da força da economia britânica, mas a incerteza parece estar a ter mais peso.

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