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Radar... as histórias que não fizeram manchetes

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Radar... as histórias que não fizeram manchetes

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À sexta-feira, os jornalistas das 13 línguas da euronews selecionam um conjunto de histórias que não tiveram direito a grande destaque na imprensa internacional.


Javali semeia o pânico em praia na Polónia

Uma cena surreal que aconteceu numa praia em Karwia na Polónia. O animal selvagem pregou um valente susto aos veraneantes no passado dia 17 de julho antes de desaparecer por entre as árvores.


Soldado escocês sepultado em França mais de um século após a morte

John Morrison, um soldado escocês morto durante a Primeira Guerra Mundial, foi finalmente sepultado no dia 27 de julho no cemitério britânico de Woburn Abbey no departamento de Pas-de-Calais no norte de França.

Os restos mortais do soldado foram descobertos num campo por um agricultor em 2014. A identificação dos restos mortais foi possível graças a uma colher que continha o número de registo do soldado. O funeral contou com a presença de vários familiares.

Leonardo da Vinci, génio entre os génios

Um académico da Universidade de Cambridge, Ian Hutchings, descobriu algo incrível num dos muitos livros deixados por este génio da Renascença.

O académico britânico descobriu num caderno de rascunhos deixado por Leonardo o primeiro registo das leis do atrito.

Até hoje acreditava-se que esta descoberta se devia ao físico francês Guillaume Amontons que viveu 220 anos após Da Vinci.

A primeira nota e esboços elaborados por Leonardo a propósito das leis do atrito, provavelmente escrita em 1493 (Forster III 72r, Victoria and Albert Museum, Londres)

Ian Hutchings conseguiu descodificar uma frase escrita por debaixo do desenho da mulher e que foi escrita com recurso à conhecida técnica de Da Vinci: escrever da direita para a esquerda, técnica que implica a utilização de um espelho para a sua leitura. Eis a frase que permitiu a descoberta: “Atrito é igual ao dobro do esforço para o dobro do peso.

Caça aos lobos na Suíça

No espaço de apenas alguns meses, um lobo matou 50 ovelhas no cantão de Uri na Suíça. Depois de ter sido avistado em abril, as autoridades atribuiram-lhe um número, M68. A 15 de julho aprovaram a morte do animal.

Trata-se de um procedimento excepcional porque o lobo é uma espécie protegida. A autorização para abate do animal é válida apenas por 60 dias e concedida apenas a um número muito limitado de caçadores e funcionários regionais.

Fontes:

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

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