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Georgia O'Keefe ou a atração dos grandes espaços

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Georgia O'Keefe ou a atração dos grandes espaços

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A galeria Tate Modern em Londres inaugurou recentemente uma retrospetiva da artista norte-americana Georgia O’Keefe.

Aqui podem ver-se 115 obras de referência, juntamente com esboços, livros de rascunhos e fotografias. Em grande destaque estão os quadros de flores ampliadas que fizeram o sucesso desta artista.

“É claro que as flores são as obras mais conhecidas, é assim nos Estados Unidos como no resto do mundo. Mas esta exposição torna claro que as flores são apenas uma pequena parte da sua criatividade que inclui muitos outros temas”, afirma Cody Hartley, o representante do museu dedicado à obra da artista.

Georgia O’Keefe morreu em 1986 aos 98 anos de idade após uma longa carreira que a levou desde o Wisconsin, a sua terra natal, até Nova Iorque, onde absorveu as influências do abstracionismo e surrealismo. Mais tarde estabeleceu-se no Novo México, cujas paisagens ardentes inspiraram as suas obras mais tardias.

Tanya Barson, a curadora da exposição, afirma que O’Keefe adorava sentir o horizonte, o infinito, os espaços sem limites. Ela chamava a isto ‘The Faraway’ (o infinito), diz.

A retrospetiva em exibição na galeria Tate Modern em Londres, patente até 30 de outubro, é a exposição mais abrangente dedicada a esta artista na Europa.

Mais informações em:
http://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/exhibition/georgia-okeeffe

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