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Equipa Olímpica de Refugiados: a primeira vez na História

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Equipa Olímpica de Refugiados: a primeira vez na História

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A inovação das Olimpíadas do Rio é a existência, pela primeira vez em toda a história do evento desportivo, de uma equipa olímpica de refugiados.

São dez, escolhidos entre 40, os que vão representar mais de 21 milhões de refugiados em todo o mundo. Todos eles têm um país de origem, falta-lhes uma bandeira sob a qual possam ficar. A dos Olímpicos será hasteada quando e se subirem ao pódio e durante 16 dias é por ela que se baterão:

Rami Anis, nadador refugiado olímpico, da Síria, declarou em conferência de imprensa: “Esta é uma grande oportunidade. O sonho de qualquer desportista é competir nos Jogos do Rio. Desde que éramos crianças que sonhamos participar nos Olímpicos. Cada um de nós sonhou competir sob a nossa bandeira nacional, mas a guerra impediu-nos de fazer isso. Estamos orgulhosos de ser parte da equipa de refugiados. Representamos todos os refugiados de todo o mundo. O meu coração e a minha alma estarão com a Síria e se for essa a vontade de Deus, quando forem os Jogos de Tóquio, não haverá refugiados e todos os desportistas aqui competirão pelos seus países. Não há nada mais precioso do que a pátria.”

Vêm da Síria, Etiópia, Sudão do Sul e Congoe são tidos pelo Comité Olímpico como símbolo de esperança.

Desde o início do ano, das 4 172 mortes de migrantes em todo o mundo, 3 132 foram na rota do Mediterrâneo a querer chegar à Europa, diz a Organização Internacional para a Migração.

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