Última hora

Em leitura:

O beijo olímpico que ficou para a história

mundo

O beijo olímpico que ficou para a história

Publicidade

ALL VIEWS

Clique para descobrir

A imagem está a desafiar preconceitos, a dar que falar e é já uma das mais icónicas destes Jogos Olímpicos.

É uma história de amor entre duas mulheres: Isadora Cerullo, jogadora da seleção brasileira feminina de râguebi a 7 e Marjorie Enya, gestora do estádio onde decorreram as provas. Enya pediu Cerullo em casamento e a jogadora aceitou. Tudo aconteceu frente às câmaras de televisão e às objetivas dos fotógrafos, durante a cerimónia das medalhas.

“Para o Comité Olímpico Internacional, é uma história positiva. A não-discriminação com base na raça ou na religião e, agora, também com base na orientação sexual, faz parte da nossa carta de princípios. O que aconteceu leva esse espírito ainda mais longe, porque é uma celebração. Foi boa a sensação, esta manhã, quando vi a notícia”, reagiu Mark Adams, porta-voz do COI.

Nas ruas do Rio de Janeiro, os preconceitos parecem também, em grande medida, ter passado à história.

Este foi o primeiro ano em que o râguebi feminino entrou nos Jogos Olímpicos. Para a história ficou também a Haka das neozelandesas, derrotadas pela Austrália na final.

ALL VIEWS

Clique para descobrir

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

Artigo seguinte